segunda-feira, 9 de novembro de 2009

EXPOSIÇÃO DE BIOLOGIA EM PRESÍDIO DE SÃO PAULO

No dia 11/11/2009, 4a feira, o IBIMM( na presença da Vice Presidente Daniele Seco e do Prof. Edris) estará participando de um evento inédito realizado dentro de um presídio de São Paulo. Estaremos promovendo a 3a Feira Cultural de Ciências e Artes, junto com os reeducandos. Será apresentado uma exposição de vários temas, tais como: Biologia, Biologia Marinha, Animais taxidermizados, Saúde, Artes, Educação Ambiental, Artesanato e outros.

O evento também contará com as presença de autoridades do Governo de São Paulo, do Poder Judiciário, da Imprensa e convidados do IBIMM.

O mesmo terá cobertura da Rádio CBN, Rede Globo de TV, Jornal MetroNews, Tv CNU canal 11 e Tv Mackenzie, Tv Cultura, e será transmitindo para todo o Brasil e exterior. Quem quiser participar é só ficar ligado no dia do evento.

www.ibimm.org.br
edris@ibimm.org.br

terça-feira, 20 de outubro de 2009

O que é um Herbário?
Texto do site do Instituto de Botânica de SP

O Herbário é um conjunto de plantas preservadas, organizadas segundo um sistema determinado, e que servem como material de pesquisa para todas as áreas da ciência que utilizam os vegetais como seu objeto de estudo.
O tipo mais usual de preservação é a desidratação, obtida através da herborização. Nesse método, as amostras de plantas são secas sob pressão, entre folhas de papel absorvente, em pranchas de madeira, tecnicamente conhecidas como prensas.Amostras assim preparadas podem ser secas em estufas ou mesmo ao sol, e se mantidas posteriormente em condições de temperatura e umidade constantes, livre do ataque de insetos, podem ser indefinidamente preservadas.
Após a secagem, as plantas são afixadas em cartolinas e recebem um rótulo, onde estão anotadas todas as informações relativas ao local onde foram coletadas e a aspectos que não podem ser recuperados através da amostra, como seu hábito (árvore, arbusto ou erva) e odor e cor das flores e frutos, que se alteram com a secagem.
Os herbários são geralmente mantidos por instituições de pesquisa e ensino, que se responsabilizam pela conservação, organização e manejo de suas coleções.
A conservação envolve todos os procedimentos relativos ao armazenamento das amostras, que em geral é feito em armários de aço, e ao extermínio das pragas que podem comprometer sua integridade, como traças e brocas.
A organização é a característica essencial dos herbários, que possibilita a utilização de seus acervos como fonte de informações para pesquisa. Nos herbários brasileiros as amostras estão geralmente dispostas em ordem alfabética da família botânica à qual pertencem, e dentro delas, por sua vez, em ordem também alfabética de seu gênero e espécie.
O manejo do acervo consiste em promover seu crescimento, identificar cientificamente suas coleções e mantê-las disponíveis para consulta.
O crescimento do acervo dos herbários é obtido através de trocas com outras instituições semelhantes, ou pela inclusão de novas plantas coletadas pelos pesquisadores destes herbários.
Identificar uma planta significa descobrir seu nome científico e a família à qual esta espécie pertence, pois é através destes atributos, que as amostras são organizadas no acervo do herbário.
O terceiro aspecto relativo ao manejo do acervo é a possibilidade de acesso a suas amostras, que esta diretamente ligado à organização e manutenção do acervo.
O acervo do Herbário do Instituto de Botânica inclue Angiospermas, Gimnospermas, Pteridófitas,, Briófitas, Algas, Fungos e Líquens. Além destas há também uma coleção de madeiras (xiloteca) e outra de grãos de pólen (palinoteca).

Informações: Fones: (0xx11) 5073-6300 - ramal 281

Fonte: http://www.ibot.sp.gov.br/Herbario/herbario.htm

Simpósio sobre Mamíferos Selvagens - ZOO-SP

O Zoológico de São Paulo convida você para:
Simpósio sobre Mamíferos Selvagens,
23 a 25 de outubro de 2009.

Veja programa no arquivo anexo e faça sua inscrição
em nosso site:
http://www.zoologico.sp.gov.br/folder_carnivorosbrasil.asp

informações e-mail:
ensinozoo@zoologico.sp.gov.br


Contamos com sua presença.
Fundação Parque Zoológico de São Paulo
Divisão de Ensino e Divulgação
www.zoologico.sp.gov.br
Introdução ao Mercado de Reciclagem
  • - Noções gerais sobre Reciclagem
  • - Processo e Fases da Reciclagem
  • - Padronização: Símbolos e Cores
  • - Processo de Reciclagem de cada tipo de material
  • - Dados de Mercado
  • - Preços das matérias-primas
  • - Estrutura e máquinas envolvidas no processo
  • - Leis e Resoluções

Aproveite:
Última Turma do Ano — Última Semana

Investimento:

À vista: R$ 410,00
Parcelado: 2x R$ 215,00 — 3x R$ 145,00

24 de Outubro de 2009 - 08:30 às 17:30h
Hampton Park Residence
Al. Campinas, 1213, Jardins - São Paulo - SP
Mais informações clique aqui
Tel.: (11) 5904-7373

quarta-feira, 19 de agosto de 2009

MINI CURSO TEÓRICO-PRÁTICO DE ANATOMIA DE TUBARÕES


Palestrante:
Prof. Mst. Edris Queiroz – Biólogo Marinho
Diretor e Pesquisador do IBIMM – Especialista em Biologia Marinha pelo IOC e Cebimar – USP

Realização: dia 19/09/2009 (Sábado) - Local: sede do IBIMM - Serra da Cantareira - Mairiporã -SP
Horário: 08:00 às 17:00 horas
Horas aulas: 08 horas
Valor: R$ 120,00
Certificado, apostila, possibilidades de estágio no IBIMM

Curso Teórico: Características gerais dos tubarões, classificação sistemática, morfologia externa e interna, anatomia e fisiologia, reprodução, dimorfismo sexual, hábitos alimentares, manejo em cativeiro, dentição, ataques ao homem e as espécies consideradas como as mais perigosas.

Curso Prático: Anatomia dos tubarões, sexagem, reconhecimento dos aspectos morfológicos e observação de órgãos internos, uso de microcospia para identificação de estruturas.

Todos os participantes deverão trazer avental, tesoura de ponta romba/fina, pinças e luvas descartáveis.

NÚMERO DE VAGAS: 20

FAÇA JÁ A SUA RESERVA:

IBIMM – Instituto de Biologia Marinha e Meio Ambiente

Escritório: Av. Cachoeira Paulista, 479-Cid. Patriarca – São Paulo –SP
Cep. 03551-000 – Fone: 11-2682-94989 / 9626-9411
Site: www.ibimm.org.br
Email: edris@ibimm.org.br
Sede: rua B - n.16 – Jardim Boa Vista – Mairiporã – SP - Cep 07600-000
Sede 2: Guaraú – Peruíbe – SP

Fonte: CFBio
CURSO TEÓRICO-PRÁTICO EM ECOTURISMO
E TURISMO DE AVENTURA

O Curso oferece a oportunidade de aprendizado dinâmico, prático, profissional e divertido.
Aproveite e adquira experiência impactante para seu currículo e desfrute de momentos inesquecíveis de vivencia em plena Mata Atlântica.

Público Alvo:
Estudantes e Graduados em Turismo, Biologia e Áreas afins.

Conteúdo Programático
Teórico:
Conceitos em Ecoturismo, turismo de aventuras, caracterização do turismo de aventuras, destinos, noções básica de trilhas, técnicas de sobrevivência, liderança, Ecologia, dicas de navegação terrestre, animais peçonhentos, primeiros socorros e técnicas verticais.
Prático:
Trilhas ecológicas na Serra da Cantareira diurno e noturno, acampamento de mínimo impacto e técnicas ao ar livre, preparo de refeições, técnicas de 1o socorros, resgates, uso de rádio comunicação, rapel diurno e noturno com técnicas de montagens e descidas, montagem e desmontagens de barracas e integração em grupo.

Professores Graduados nas áreas de Biologia, Turismo e Guia Especializado em Atrativos Naturais.
Número de vagas: 20

Realização: 02,03 e 04 e 09,10 e 11 de outubro de 2009 - local: sede do IBIMM – Serra da Cantareira- Mairiporã-SP.
Horas aulas: 108 horas/aulas
Investimento: R$ 500,00 reais em 3 vezes ou R$ 450,00 á vista
Avaliação, certificado, apostila e possibilidades de estágio no IBIMM

Necessário equipamento de acampamento, caso não tiver combinar com antecedência para que seja providenciado.

FAÇA JÁ A SUA RESERVA Fone: 11-2682-9489 / 9626-9411
IBIMM – Instituto de Biologia Marinha e Meio Ambiente
Escritório: Av. Cachoeira Paulista, 479-Cid. Patriarca – São Paulo –SP Cep. 03551-000
Site: www.ibimm.org.br – Email: ibimm@ibimm.com.br

terça-feira, 18 de agosto de 2009

IBIMM - RAPEL NO DIB

No dia 30/08, domingo, a partir das 11:00 horas.

Super rapel de 70 metros com via negativa.
Não perca, no paredão do DIB.

Valor: R$ 60,00 com direito a 02 descidas. (incluso seguro de vida)

Apenas 20 vagas.

Reservas: falar com Daniele ou Prisicila

Prof.Edris Queiroz - Biólogo e Coordenador de cursos
Crbio31935D
IBIMM - Instituto de Biologia Marinha e Meio Ambiente
Fone: 11/2682-9489 - 11/9626-9411

Fonte: www.ibimm.org.br - edris@ibimm.org.br
Qual o problema do lixo?

Todos temos ouvido falar muito que o lixo é um problema. Mas ao cidadão comum parece o problema do lixo só existe quando há interrupção na coleta do lixo e os lixeiros deixam de passar na sua porta. É de arrepiar, não é verdade? Sacos e sacos amontoando-se nas calçadas, exalando mau cheiro, atraindo insetos e outros animais. Em resumo: poluindo e sujando a porta da sua casa. O que é preciso entender é que, mesmo quando o lixo é recolhido pelos lixeiros, ele não desaparece, apenas é levado para outro lugar. E é preciso muito cuidado para que ele não cause os problemas que estava causando na porta de sua casa em outro lugar. Afinal, a cidade também é nossa casa, assim como o país, o continente e ... o Planeta. O lixo é responsável por um dos mais graves problemas ambientais de nosso tempo. Seu volume é excessivo e vem aumentando progressivamente, principalmente nos grandes centros urbanos, atingindo quantidades impressionantes, como os 14 milhões de quilos coletados diariamente na Cidade de São Paulo. Além disso, os locais para disposição de todo esse material estão se esgotando rapidamente, exigindo iniciativas urgentes para a redução da quantidade enviada para os aterros sanitários, aterros clandestinos ou lixões. O lixo, como os demais problemas ambientais, tornou-se uma questão que excede à capacidade dos órgãos governamentais e necessita da participação da sociedade para sua solução. Uma das possibilidades para reduzir o problema do lixo é a implantação da coleta seletiva de lixo - que consiste na segregação de tudo o que pode ser reaproveitado, como papéis, latas, vidro, plástico, entre outros - enviando-se esse material para reciclagem. A implantação de programas de coleta seletiva de lixo não só contribui para a redução da poluição causada pelo lixo, como também proporciona economia de recursos naturais - como matérias-primas, água e energia - e, em alguns casos, pode representar a obtenção de recursos, advindos da comercialização do material. Apesar do crescente número de municípios em que a coleta seletiva de lixo é implantada - uma vez que toda a coleta de lixo é atribuição dos governos municipais - verifica-se também um grande número de programas desenvolvidos por iniciativa da sociedade civil, em escolas, empresas, condomínios, etc., que apresentam maior chance de continuidade, pois não estão vinculados a mudanças e interesses políticos.


O lixo mudou muito...


Até a metade do século 20 o lixo não significava um problema. A maior parte dele era formada por materiais orgânicos, como restos de frutas e verduras, assim como de animais, e tudo isso é degradável pela ação da natureza. O lixo era menor e facilmente transformado pelo próprio Meio Ambiente em nutrientes para o solo.Muitas pessoas tinham o hábito de ter em suas casas uma horta ou uma criação de galinhas e outros animais domésticos, a quem elas davam seus restos de comida. O que restava era enterrado, retornando ao solo. Portanto, tudo ia muito bem. O pouco que sobrava era recolhido e a natureza fazia sua parte. Entretanto, com o passar dos anos, o modo de vida dos habitantes do planeta foi mudando. A maioria mudou-se das áreas rurais para as cidades. As cidades foram crescendo, reduzindo o espaço de moradia e o tempo disponível dos cidadãos. O resultado é que passou a fazer parte da vida cotidiana a compra de alimentos e outros produtos embalados, prontos para o consumo. Parecia que era a solução perfeita.Chegaram os supermercados, as comidas prontas, o leite longa vida, os vegetais já lavados.... ótimo! Mas tudo isso passou a significar também montanhas e montanhas de embalagens, sacos plásticos, caixas, isopor, sacolas, sacolinhas, latas disso e daquilo.... E o que é pior: são materiais que a natureza custa muito - quando consegue! - degradar e incorporar novamente ao ciclo da vida. Felizmente, grande parte desses materiais pode ser reaproveitada ou reciclada, evitando o acúmulo de lixo no solo de nossas cidades e reduzindo o desperdício de recursos naturais. Mas esse movimento está apenas começando. É necessária a colaboração de todos para que esse problema seja amenizado.


Lixões, aterros sanitários e incineradores


Catadores do antigo lixão de Carapicuíba, Grande São Paulo, 1998.
O lixo que é retirado pelos caminhões coletores da porta de nossas casas vai para algum lugar. Muitas vezes esse lugar é impróprio, isto é, o lixo é jogado numa porção de terreno, sem nenhuma preparação para evitar os danos que ele pode causar. Esses locais chamam-se depósitos clandestinos de lixo ou lixões.


Depósitos clandestinos - são aqueles locais onde um determinado cidadão ou empresa começa a jogar seu lixo. Pronto! Em poucos dias o monturo vai-se avolumando e muitos começam a jogar seus dejetos lá. Esses depósitos representam uma grave ameaça à saúde pública, devem ser combatidos e denunciados.DICA VERDE: Se você tem conhecimento de algum depósito clandestino de lixo, denuncie-o ao órgão responsável pelo controle ambiental em seu estado ou município.


Lixões - Os lixões também são depósitos de lixo, sem nenhum tratamento, com a diferença de que são institucionalizados, isto é, autorizados pelas Prefeituras. No Brasil esse problema é gravíssimo, pois mais de 40% dos municípios deposita seu lixo em lixões, segundo a pesquisa de saneamento ambiental do IBGE de 2000. Esses depósitos causam poluição do solo, das águas que bebemos e do ar, pois as queimas espontâneas são constantes. Muita gente pensa que, se o lixão está longe de sua casa, ele não está lhe causando problemas. Isso é um grave engano. A poluição causada por um lixão atinge muitos e muitos quilômetros em volta, ou até mais, já que as águas e o ar movimentam-se.O lixão traz ainda mais um problema: atrae a população mais carente e desempregada, que passa a se alimentar dos restos encontrados no lixo e a sobreviver dos materiais que podem ser vendidos. Esse tipo de degradação humana não pode mais ser permitida e somente a erradicação total dos lixões vai solucionar essa situação. DICA VERDE: Verifique para onde o lixo de seu município está sendo levado. Se for um lixão, não aceite, reclame das autoridades da prefeitura outra solução, pois todos os habitantes da cidade estão tendo sua qualidade de vida e saúde afetadas por essa situação.


Incineradores - Incineradores são grandes fornos onde o lixo sofre uma queima controlada, com filtros para evitar que os gases formados na combustão dos materiais atinja e polua a atmosfera. Eles tem a grande vantagem de reduzirem o volume do lixo em até 85%, mas mesmo assim existe uma sobra de cinzas e dejetos (os outros 15%), que precisam necessariamente ser levados para um aterro sanitário. Os incineradores têm alto custo de implantação, manutenção e operação e existe muita polêmica sobre a segurança dos sistemas de filtragem, pois há evidências de que mesmo pequenas falhas podem liberar geases altamente tóxicos, causadores de câncer. Os incineradores são entretanto a forma mais indicada de tratamento para alguns tipos de lixo, como os resíduos hospitalares e resíduos tóxicos industriais. NOTA: Os incineradores estão sendo combatidos nos países mais desenvolvidos do planeta, pelos problemas ambientais causados. Muitos foram fechados por pressão popular, na América do Norte e na Europa. Ora, se os países mais civilizados e ricos n ão querem os incineradores, vele a pena pensarmos se eles são uma solução que nos convém, certo?


Aterros sanitários - São ainda a melhor solução para o lixo que não pode ser reaproveitado ou reciclado. Trata-se de áreas de terreno preparados para receber o lixo, com tratamento para os gases e líquidos resultantes da decomposição dos materiais, de maneira a proteger o solo, a água e o ar da poluição. Todos os municípios deveriam ter um aterro para colocação do seu lixo. Dependendo do volume de lixo gerado, existem aterros que podem ser implantados sem a necessidade de um grande dispêndio de recursos, sendo acessíveis a qualquer orçamento municipal.DICA VERDE: Pressione o prefeito e os vereadores de sua cidade a implantarem um aterro sanitário o mais rápido possível , para colocação do lixo. Não aceite desculpas, como falta de recursos: o aterro sanitário é tão necessário à manutenção da saúde em seu município quanto as demais atividades do governo municipal.


sexta-feira, 31 de julho de 2009

BBC - Planeta Terra - Profundezas Oceânicas





PRESERVAÇÃO AMBIENTAL
Por Sandro C.Mattos - Biólogo

Preservar o que resta do planeta. Esta é uma questão abrangente e que requer muito estudo, pois não podemos tomar decisões que corrigem um lado, mas prejudicam o outro.
O segredo está no equilíbrio.O homem destruiu em menos de 400 anos o que o Planeta levou 6 bilhões de anos para construir. É uma pena.
Porém é notório que decisões diretas e urgentes devem ser tomadas, algumas até simples, que caberiam ao poder público criar formas de ação.
No Brasil, as coisas poderiam ser melhores se:

- fosse cumprida toda a legislação ambiental do país, sem interferência de pessoas e órgãos que tenham outros interesses. Veja só o que acontece na Amazônia onde interesses de terceiros passam por cima das Leis.

- tivéssemos uma educação ambiental mais direta voltada às crianças. Talvez a criação da matéria no curriculo escolar. Mas não acredito que isso viria a se realizar, especialmente num país onde os alunos sequer aprendem o mínimo básico, como sua própria língua ou matemática.

- O Governo deveria investir mais em Ciência Pura. Se as pesquisas fossem feitas por brasileiros, em laboratórios nacionais, e claro, com um maior contingente de soldados na defesa de nossas fronteiras, a exploração de nossas florestas e águas seria melhor controlada.

- grandes cidades precisam investir em meios de locomoção como o metrô, que pouco polui e transporta muitas pessoas ao mesmo tempo. O índice de poluição causado pelos veículos é gigantesco.

- a orientação massante sobre a necessidade da preservação natural e ambiental, lembrado que, até mesmo aquele que mora numa cidade de pedra como SP, tem nesta cidade seu ambiente e que devemos preservá-lo e melhorá-lo a cada dia. Se todo mundo achar que jogar um papel na rua de asfalto faz menos mal do que jogar este mesmo papel numa trilha na Mata Atlântica, andaremos em pouco tempo sob pilhas de papéis, ou a qualquer chuva, nadando nas enchentes provocadas pelos bueiros entupidos.

Lembremos que o planeta sobrevive sem o homem, mas o homem não é ninguém sem a sua morada universal.

Biólogo Sandro C.Mattos - São Paulo/SP
Greenpeace - Baleias

sexta-feira, 6 de fevereiro de 2009


DIA DE DARWIN 2009 - NO MUSEU DE ZOOLOGIA DA USP

PROGRAMAÇÃO

FILMES

De terça à sexta, 10 a 13 de fevereiro, às 14:30 e 15:30
Projeção dos filmes da série Evolução, a incrível jornada da vida, Scientific America Brasil

10/02 - Grandes Mutações (1 hora): Acompanhe a história da vida desde a mudança dos oceanos para a terra firme, seguida de alguns retornos para o mar.
Extinção! (1 hora): Já são cinco as extinções em massa ocorridas na Terra e elas exercem enorme influência na evolução das espécies. Os humanos estariam provocando a próxima extinção?

11/02 - A corrida das espécies (1 hora): Competição ou cooperação? A interação entre espécies é a mais poderosa força da evolução e compreender isso pode ser fundamental para a sobrevivência humana.
O porquê do sexo (1 hora): Compreenda o papel desempenhado pelo sexo para se dar conta do jogo das estratégias da vida, neste caso moldando variedade e diversidade genéticas.

12/02 - A perigosa idéia de Darwin (2 horas): Como Darwin formulou os conceitos da Teoria da Evolução e por que essa "perigosa idéia" é indispensável para o desvendamento da vida.

13/02 - O big-bang da mente (1 hora): Há 50 mil anos algo aconteceu. Isso fez emergir o ser humano moderno e com ele chegou uma explosão de criatividade, tecnologia - uma revolução social.
Ciência e Religião (1 hora): Nenhuma outra teoria científica provocou - a ainda provoca - reação maior que o darwinismo.

PALESTRAS

sábado 14/02
10:30h - palestra - Maria Isabel Landim (MZUSP)
Duzentos anos de Charles Darwin: de onde viemos e aonde queremos chegar

14:00 - palestra - Nelio Bizzo (FEUSP)
Duas críticas que mudaram o livro de Darwin

15:30 - palestra - Diogo Meyer (IBUSP)
Revisitando grandes temas darwinianos

domingo 15/02

APRESENTAÇÃO
10:30h - Uma expedição do MZUSP nas Ilhas Galápagos coordenação - Hussam Zaher
filme, fotos e bate-papo

MESA-REDONDA
14:00h - A contemporaneidade da Teoria Evolutiva

Participantes:
- Dr. Mário César Cardoso de Pinna, zoólogo, Vice-Diretor do Museu de Zoologia da USP.

- Dr. Cesar Ades, psicólogo evolucionista, Diretor do Instituto de Estudos Avançados da USP.

- Dr. Marcos Fenandes Gonçalves da Silva, Coordenador do Centro de Estudos dos Processos de Decisão da FGV/EESP.

- Dr. Ricardo Ribeiro Gudwin, Unicamp, engenheiro elétrico, Faculdade de Engenharia Elétrica e de Computação, Departamento de Engenharia da Computação e Automação Industrial.

Local: auditório do Museu de Zoologia da USP.
av. Nazaré, 481. Ipiranga. Tel 20 65-8100. http://www.mz.usp.br/

ATIVIDADES PARA CRIANÇAS

sábado e domingo 14/02 e 15/02
atividades no espaço expositivo promovidas pelo Serviço Educativo do MZUSP das 10:00h às 17:00h (intervalo das12:00h e 14:00h)
Oficina de desenho
Oficina de toque (manipulação de animais originais preservados e réplicas).
Jogos sobre biodiversidade

domingo 15/02
Oficina de Origami - Animais dos Sonhos de Darwin - com Diogo Melo e Vinícius M. Monção
Através da prática do origami a oficina promove um bate papo sobre a vida e as idéias de Darwin, enquanto são feitas dobraduras de diversos animais que estiveram presentes na vida e nos sonhos deste famoso naturalista. São trabalhadas as formas de animais extintos como Dinossauros (saurópodes), Mamíferos (megafauna pleistocêncica) e Invertebrados (trilobitas), além de tartarugas, pássaros, besouros e borboletas.

pré-lançamento do livro:
Charles Darwin em um futuro não tão distante.
Maria Isabel Landim & Cristiano Moreira (Orgs.)

quarta-feira, 4 de fevereiro de 2009



Experiência faz gafanhoto inofensivo virar uma praga

Enxame de gafanhotos Schistocerca gregaria, praga capaz de causar graves perdas na agricultura na Ásia, África e AustráliaFoto: Tom Fayle

De médico e de monstro todo gafanhoto tem um pouco. Esse poderia ser o título de um estudo que acaba de revelar como uma espécie inofensiva e reclusa deste inseto pode se transformar numa praga devastadora. Biólogos revelaram que a serotonina --a mesma substância cuja falta no cérebro humano pode levar à depressão-- faz os gafanhotos mudarem de visual e comportamento.
O gafanhoto-do-deserto (Schistocerca gregaria) é uma praga capaz de causar graves perdas na agricultura na Ásia, África e Austrália. Mais conhecido como uma das pragas bíblicas lançadas contra o Egito, seus enxames podem ter bilhões de insetos. E 20% do mundo é vulnerável à praga, segundo Stephen Rogers, biólogo da Universidade de Cambridge e um dos autores do estudo, publicado na revista científica "Science".
Normalmente, o gafanhoto vive isolado. Mas, quando chove e a vegetação cresce, ele se reproduz e aumenta a sua densidade. Ele passa a se tornar gregário.
Pesquisas anteriores tinham mostrado que estímulos físicos causam a mudança --cheiro, visão e toque de outros gafanhotos. Em dado momento, o comportamento gregário agrupa um enxame migratório em busca de comida.
O novo estudo demonstrou que os insetos operando no "modo gregário" tinham cerca de três vezes mais serotonina no sistema nervoso do que aqueles em "modo solitário".
"A serotonina é encontrada em todo o reino animal, no qual um dos seus papéis é alterar o modo com que as células nervosas se comunicam", disse Rogers. "Muitas vezes, ela atua no contexto de alterar o modo como os animais respondem a estímulos vindos de outros animais." Em várias espécies, ela regula a agressividade. Em humanos, a sensação de bem-estar ou depressão. "Nos gafanhotos, foi cooptada para produzir a mudança de comportamento que precede a formação do enxame", diz Rogers.
Poção mágica
O neurotransmissor tem no gafanhoto um efeito como o da famosa poção tomada pelo bondoso médico Henry Jekyll, transformando-o no maligno Sr. Edward Hyde, do clássico romance do escocês Robert Louis Stevenson (1850-1894).
Assim como no livro "O Estranho Caso do Dr. Jekyll e do Sr. Hyde", se suspeitava que os dois fossem pessoas diferentes. Só em 1921 que foi provado que o gafanhoto verde-solitário e o amarelo-gregário eram a mesma espécie. A serotonina faz o bicho pacato enveredar pela formação de quadrilha.
Andar em bando tem suas vantagens. "Um enxame acontece quando os gafanhotos têm que se mover para fora de uma área que não mais é capaz de suportá-los e achar comida em outra parte. Sendo móveis eles são mais conspícuos, mas os números dão segurança", diz Rogers. "Se você está sozinho e um predador o detecta, você é o alvo. Se você faz parte de um grupo, você é apenas um alvo possível entre muitos".
Em "modo enxame", o gafanhoto pode comer o equivalente ao seu peso em um dia. O enxame pode voar 100 km entre cinco e oito horas, devastando o que encontra pelo caminho.
O biólogo alemão Paul Stevenson, que comenta a descoberta em outro artigo, diz que o estudo de Rogers ajudará a criar um método de controle da praga, mas não será fácil. Para impedir a formação de enxames, drogas antisserotonina teriam de ser aplicadas em grandes extensões de habitat do gafanhoto solitário e conseguir penetrar o corpo do inseto.

Fonte: Folha de S. Paulo - 30/01/2009

Bactéria social

Por Thiago Romero


Agência FAPESP – Pesquisadores da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) comprovaram que a maior prevalência da infecção pelo Helicobacter pylori, espécie de bactéria que infecta o revestimento mucoso do estômago humano, está relacionada à condição socioeconômica da população, ocorrendo com mais frequência nos primeiros meses de vida em crianças de baixa renda.
O trabalho, realizado no Laboratório de Bacteriologia do Gastrocentro da universidade, com coordenação do professor José Murilo Robilotta Zeitune, do Departamento de Clínica Médica da Faculdade de Ciências Médicas, teve como finalidade verificar a prevalência da infecção pela bactéria em crianças de até 6 anos de idade pertencentes a famílias de alta, média e baixa renda.
Segundo Zeitune, a infecção pelo Helicobacter pylori afeta cerca de 50% da população mundial, com maior prevalência nos países em desenvolvimento. “Estudos epidemiológicos sugerem que a transmissão da bactéria ocorre provavelmente pelas vias fecal e oral, estando diretamente relacionada com as condições socioeconômicas da população”, disse à Agência FAPESP.
“Apesar de a renda familiar estar diretamente associada à prevalência da bactéria, outros fatores, como condições de higiene e de saneamento básico, também estão relacionados à aquisição da infecção”, apontou.
No novo estudo a prevalência da infecção foi analisada em 218 crianças, sendo 92 pertencentes a famílias de baixa renda residentes em Teresina (PI). As crianças restantes foram selecionadas em Campinas, no interior paulista: 64 delas frequentavam a creche pública da Unicamp (média renda) e 62 estudavam em uma escola particular (alta renda).
A presença da bactéria foi verificada em amostras de fezes a partir da identificação do antígeno fecal do H. pylori (HpSA). Os resultados demonstram que a prevalência da infecção em crianças provenientes de famílias de baixa renda foi de 47,8%. Nas crianças de média renda essa prevalência foi de 13,5%, e naquelas de alta renda, 3,2%.
“Com relação à aquisição da infecção, os dados revelam que 16,7% das crianças de famílias de baixa renda foram infectadas desde os primeiros meses de vida, 20% das de renda média foram infectadas a partir do primeiro ano de vida, enquanto 18,1% das crianças de alta renda foram infectadas apenas a partir do terceiro ano de vida”, disse Zeitune.
“Desse modo, os dados sugerem que a maior prevalência da infecção ocorre em crianças com baixo nível socioeconômico, sendo que a aquisição da bactéria ocorre precocemente nessas crianças”, explica.
O H. pylori vem sendo estudado no Gastrocentro da Unicamp há vários anos por ser uma bactéria que causa gastrite, úlcera e até câncer gástrico. No Gastrocentro são realizados não apenas protocolos de pesquisa sobre a bactéria como também o seu diagnóstico na população atendida no Hospital das Clínicas da Unicamp.
“Temos vários projetos de pesquisa em andamento relacionados à bactéria, inclusive com estudos de epidemiologia molecular utilizando técnicas de genotipagem e sequenciamento do genoma do H. pylori”, disse o professor. Método não-invasivo
Para os autores do novo estudo, uma das maiores contribuições do trabalho está na utilização de um método não-invasivo (HpSA) para o diagnóstico da infecção pelo H. pylori na população pediátrica, o que pode ser considerado, por si só, um grande avanço no diagnóstico da infecção pelo fato de apresentar resultados semelhantes aos obtidos pelos métodos tradicionais.
“O diagnóstico precoce realizado de forma prática e rápida pode levar ao desenvolvimento de terapias e programas de prevenção à infecção”, disse Zeitune. O método imunoenzimático não-invasivo utilizado para a pesquisa do antígeno fecal do H. pylori foi padronizado pelos pesquisadores do Laboratório de Bacteriologia do Gastrocentro há cerca de oito anos.
A utilização da pesquisa do antígeno fecal do H. pylori foi inicialmente descrita por pesquisadores italianos. Trata-se de um método não-invasivo que utiliza amostras de fezes para detecção da bactéria. Os métodos tradicionalmente utilizados no diagnóstico do H. pylori são a histologia e o teste da enzima urease.
“Esses dois métodos são invasivos e necessitam da coleta de fragmentos de mucosa gástrica por biópsia durante o exame endoscópico dos pacientes. Por outro lado, o emprego do antígeno fecal na detecção da infecção é de grande valia, sobretudo na população pediátrica, pois além de não-invasivo é um teste rápido e de fácil execução”, explicou.
O professor salienta ainda que outro estudo realizado pelo Gastrocentro, que também comparou crianças de mesma condição socioeconômica moradoras em Campinas e Teresina, demonstrou que os índices de prevalência da bactéria são diferentes, reforçando a influência das condições locais de saneamento básico na transmissão.
“Sendo assim, é importante que os municípios implantem uma política sanitária de qualidade e acessível a toda a população, além de realizar campanhas sobre a conscientização dos hábitos de higiene e apresentar programas de diagnóstico precoce da bactéria, o que poderá reduzir os custos do seu tratamento. Conhecendo melhor as faixas etárias com maior prevalência da infecção, é provável que se possa, no futuro, desenvolver programas de prevenção primária contra a bactéria”, apontou.
Calcula-se que cerca de 60% dos cânceres do estômago estejam relacionados ao desenvolvimento do H. pylori em pessoas infectadas na infância. O estudo feito na Unicamp foi premiado pela Federação Brasileira de Gastroenterologia durante a 8ª edição da Semana Brasileira do Aparelho Digestivo, realizada em outubro de 2008, em Brasília.
Menor serpente do mundo

Agência FAPESP – A menor espécie de serpente do mundo foi descoberta no Caribe. É tão pequena que exemplares adultos têm menos de 10 centímetros de comprimento. Fina como um fio de espaguete, ao se enrolar cabe, com folga, sobre uma moeda. A descoberta foi feita por pesquisadores liderados por Blair Hedges, da Universidade Penn State, nos Estados Unidos. O grupo é responsável pela descrição das menores espécies de sapos e de lagartos. A descrição da espécie Leptotyphlops carlae foi publicada nesta segunda-feira (4/8) no periódico Zootaxa. A minúscula serpente, menor entre as mais de 3,1 mil espécies conhecidas, foi encontrada em um pequeno fragmento de floresta na parte leste da ilha de Barbados. Segundo os pesquisadores, trata-se de uma espécie rara, porque a maior parte de seu hábitat potencial foi substituído por edificações ou plantações. “A destruição de hábitats é uma grande ameaça à biodiversidade em todo o mundo, mas o Caribe é particularmente vulnerável, por conter uma porcentagem incomum de espécies ameaçadas e porque esses animais vivem em ilhas, ou seja, não têm para onde ir quando ameaçados”, disse Hedges. Os pesquisadores consideraram se tratar de uma espécie nova com base nas diferenças genéticas de outras espécies de serpentes e por conta de sua coloração única. Segundo eles, alguns espécimes que se encontram em museus foram identificados incorretamente e pertencem à espécie agora descrita. Segundo Hedges, tanto as menores como as maiores espécies de diversos animais são encontradas em ilhas, onde evoluem de modo a preencher nichos ecológicos em hábitats não ocupados por outros organismos. Esses espaços vagos existem porque outros tipos de organismos não chegam até as ilhas. Por exemplo, se uma espécie de centopéia não está presente, uma serpente pode evoluir em uma espécie muito menor de modo a ocupar o nicho ecológico.

O artigo de Blair Hedges e outros pode ser lido por assinantes da Zootaxa em (Site)

Fonte: http://www.agencia.fapesp.br/materia/9222/divulgacao-cientifica/menor-serpente-do-mundo.htm
Autor(a): Agência FAPESP

segunda-feira, 26 de janeiro de 2009


Revitalização do Símbolo do Biólogo


Em 2009 comemora-se 30 anos da regulamentação da profissão de Biólogo. Uma das atividades programadas para comemorar essa data é a revitalização do Símbolo da profissão. Sem perder a essência que faz do logo do CFBio uma marca tão forte e presente entre o Biólogo, sua revitalização pode ser percebida como uma agregação de valores.Começando pela forma que foi utilizada como base para os elementos: o círculo. Na simbologia das formas, representa a união e perfeição, daquilo que começa e acaba em si mesmo. Assim, ele condiz com a proposta do próprio Conselho, somando e interligando valores, laços e vínculos entre os profissionais representados por essa instituição. Também representa o movimento, a atividade, reproduzindo a busca por melhores dinâmicas entre as relações dos Biólogos. O azul, usado de forma mais clara no círculo, é uma cor profunda e calma, que a princípio, representa a água, mas que também passa a idéia de maturidade. O azul também é a cor da Biologia.A estrutura do DNA traz à tona um elemento sempre presente no cotidiano do profissional da área de Biologia. A base de sua estrutura forma um espermatozóide, que fecundando o óvulo (círculo azul) dá origem a uma nova vida, com toda sua complexidade – a essência da profissão do Biólogo.Fator de grande importância para qualquer ser vivo, sendo a base dos estudos biológicos, a natureza é representada pelas folhas da base do círculo. Sua cor, não poderia ser outra, senão o verde, pois é a cor universal para a representação da natureza, passando a idéia de frescor, harmonia e equilíbrio.A espiral, que se encontra dentro das folhas, é o símbolo da evolução e do progresso. O Biólogo sempre deve buscar novos estudos e pesquisas que possam atualizar seus conhecimentos e acrescentar informações úteis a sua profissão. Esse elemento também possui uma interpretação mais subjetiva, podendo ser traduzido de diferentes formas, como por exemplo, a representação de um caracol ou da asa de uma borboleta, mostrando a interação do Biólogo com a biodiversidade e o Planeta, na busca de sua conservação, manejo e sustentabilidade.O símbolo traduz conceitos que envolvem o cotidiano dos Biólogos e também a importância da vida para esses profissionais. Ao agregar valores de união e evolução à marca CFBio, busca-se demonstrar a forma dinâmica e pró-ativa de relacionamento do Sistema CFBio / CRBios com o Biólogo e a sociedade.
Fonte: site CRBIO-1