quinta-feira, 13 de fevereiro de 2014

Australiano é multado por matar tubarão branco















SYDNEY, 13 Fev 2014 (AFP) - 

Um australiano foi multado em 16 mil dólares (cerca de 35 mil reais) por ter matado um tubarão branco jovem ao atingi-lo com seu barco e depois com uma barra de metal - informou a polícia nesta quinta-feira.

Tubarões brancos são protegidos da Austrália e sua apreensão é ilegal, assim como é proibido vender, comprar, possuir e ferir a espécie.

O departamento de New South Wales autuou o homem, identificado pela imprensa australiana como Justin Clark, de 40 anos.
Leia mais em: http://zip.net/bkmpz7

terça-feira, 11 de fevereiro de 2014

Escudo de carne ?

 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Não, não são formigas atacando um inseto, este é um inseto assassino (Acanthaspis p.) , que após alimentar-se de sua presa, a utiliza para fazer um "disfarce", decorando-se com os cadáveres de sua presas.

Esses insetos assassinos fazem isso para disfarçar e confundir suas presas e também para formar um "escudo de carne" que mascara o seu cheiro, esse disfarce funciona muito bem, afastando um dos principais predadores deles, as aranhas da família salticidae...

Kingdom: Anim...alia
Phylum: Arthropoda
Class: Insecta
Order: Hemiptera
Suborder: Heteroptera
Superfamily: Cimicomorpha
Family: Reduviidae
Subfamily: Reduviinae
Genus: Acanthaspis
Species: A. petax
Binomial name
Acanthaspis petax
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segunda-feira, 3 de fevereiro de 2014

Continua luta pela sobrevivência das tartarugas gigantes

 

02/02/2014 - Interação com a pesca mata centenas de adultos todos os anos e as praias de desova estão sob forte pressão para implantação de empreendimentos industriais. Leia mais. ↓
 
Continua luta pela sobrevivência das tartarugas gigantes

Tartaruga de couro ou gigante

O litoral norte do Espírito Santo, próximo à foz do Rio Doce, é a única área com concentração regular de desovas da tartaruga de couro ou gigante (Dermochelys coriacea) no Brasil. Essa espécie, considerada criticamente em perigo de extinção, está exposta a sérios riscos, como ressalta Joca Thome, coordenador nacional do Projeto Tamar: pescarias costeiras e oceânicas matam centenas de adultos todos os anos, em diversas regiões do Atlântico Sul, por onde circulam, e as praias de desova estão sob forte pressão para implantação de empreendimentos industriais. Na atual temporada (2013/14), que ainda não acabou, os números já são positivos, cerca de 40 ninhos protegidos e aproximadamente 900 filhotes dessa espécie levados ao mar em segurança. Em relação a outras espécies de tartarugas marinhas, a população das gigantes é bem menor, e por essa razão, um indivíduo tem altíssimo valor biológico, explica Thome.
Para reduzir o impacto da maior ameaça à sobrevivência desses animais, a interaçõa com a pesca, as equipes das bases do Tamar em Comboios e Povoação, estão realizando desde o mês de setembro/2013, início desta temporada, monitoramentos periódicos das redes de emalhe de superfície e fundo da Foz do Rio Doce. O trabalho, feito com o auxílio do barco Maratimba, em parceria com a Prefeitura Municipal de Linhares e apoio dos pescadores profissionais da região, já liberou com vida 4 tartarugas gigantes que ficaram presas em redes costeiras. Como acontece em todas as bases do Tamar, a parceria com a comunidade e a sociedade é fundamental para a sobrevivência das cinco espécies que ocorrem no Brasil, todas ameaçadas de extinção. Ações para mitigar outras ameaças também são continuamente desenvolvidas pelas equipes.

Ocorrências - A equipe do Tamar da grande Vitória foi acionada por pessoas e instituições parceiras para dar assistência à ocorrências de 10 desovas de tartarugas gigantes, todas em praias urbanizadas e fora dos limites de monitoramento do Tamar. Entre as ocorrências, uma fêmea foi flagrada pelo Instituto de Reabilitação de Animais Marinhos (IPRAM), na praia de Itaparica, Vila Velha, e outra foi encontrada desovando na Praia do Rio Preto, em Fundão, pela equipe do Projeto Monitoramento de Praias (PMP-BC/ES). Ocorrências de tartarugas de couro também foram registradas em 2013, em outros estados, como Ceará e Santa Catarina. Resgates, reabilitações e devoluções ao mar foram bem-sucedidos, contando com o apoio de diversos amigos das tartarugas e do mar.



Galera de Floripa devolvendo a tartaruga reabilitada para seu habitat.

Tartaruga-de-couro encontrada encalhada em Laguna/ SC, na praia do Sol - Professores da UDESC e o corpo de bombeiros entraram em contato com o Tamar Floripa e auxiliaram no resgate do animal, juntamente com técnicos do FLAMA (Fundação Lagunense de Meio Ambiente). A tartaruga foi levada até a base de Florianópolis para receber tratamento. Estava sem a nadadeira anterior esquerda,provavelmente, por interação com a pesca. Não havia outro sinal externo de fratura ou debilidade, mas o animal estava apático, respondendo com dificuldade aos estímulos. Após 14 dias de tratamento, dados coletados, a tartaruga foi marcada e devolvida ao mar na praia da Barra da Lagoa, Florianópolis, em alto mar, com a ajuda de pescadores da comunidade. O animal media 1,27m de  comprimento de casco por 0,95m de largura e pesava 153 kg.


Lá vai ela... com limitações, sobreviverá livre no mar. Vai viver, lindona!

sexta-feira, 31 de janeiro de 2014

São Paulo proíbe testes em animais pela indústria cosmética



O governador Geraldo Alckmin sancionou no dia 23/1, a Lei 777/2013, que proíbe o uso de animais no desenvolvimento de cosméticos, perfumes e produtos de higiene pessoal. "Nos debruçamos sobre o tema, estudamos profundamente, inclusive a legislação internacional, ouvimos a entidade defensora dos animais, a indústria cientista, pesquisadores da Fapesp, veterinários, médicos, biólogos, enfim, ouvimos todo o setor e decidimos pela promulgação da lei," explicou.
De acordo com o governador, a legislação internacional também ajudou no debate sobre a questão, mas não foi o fator mais importante. "O fator decisivo é você proteger os animais, como deve proteger o meio ambiente, os mais indefesos. Aliás, é um princípio funcional não ter crueldade contra os animais. A legislação comparada, a legislação internacional. ajudou no debate e ouvir os setores envolvidos também," afirmou Alckmin.
Alckmin também disse que uma legislação nacional seria o ideal, mas nada impede que o Estado avance nesta legislação. "Entendemos que ainda se deve trabalhar por uma lei nacional, pois há métodos alternativos à utilização de animais, como testes in vitro e metodologia utilizando até computadores," finalizou.
A fiscalização será feita pelo Estado, por meio da Secretaria da Saúde.

Fonte: Portal do Governo de São Paulo

quarta-feira, 29 de janeiro de 2014

Maior parte dos animais brasileiros em risco de extinção está na Mata Atlântica

    



O alerta foi publicado no site O Eco, no início de janeiro: a maioria das espécies da fauna em risco de extinção no Brasil está na Mata Atlântica. A constatação se baseou no banco de dados do Ministério do Meio Ambiente, que lista as 627 espécies oficialmente reconhecidas como ameaçadas de extinção. O Eco disponibilizou um infográfico que resume a situação dos animais brasileiros ameaçados por classe e por Bioma de ocorrência.
Os animais que vivem na Mata Atlântica veem seu habitat diminuir a cada dia, ameaçado pelas diversas pressões que a floresta sofre. Hoje, restam apenas 8,5 % desta floresta que originalmente abrangia uma área equivalente a 1.315.460 km² ao longo de 17 Estados. E as unidades de conservação – criadas para proteger esse valioso patrimônio – estão abandonadas pelo poder público.
Um exemplo disso é a situação da onça-pintada: pesquisadores têm alertado para o risco de desaparecimento da espécie da Mata Atlântica brasileira. O Parque Nacional do Iguaçu é uma das áreas de ocorrência deste grande predador e já teve registro de 180 onças-pintadas. Atualmente, porém, a estimativa é de que existam apenas 18 indivíduos vivendo na área e que em 80 anos a espécie estará extinta.
Apesar disso, o Parque sofre com a caça, pesca e exploração ilegal de palmito e há muitas estradas e pequenas propriedades na região. A situação se complica com a possibilidade de reabertura da antiga Estrada do Colono dentro do Parque. O drama do Parque Nacional do Iguaçu é apenas um dos exemplos do descaso com que o Governo Federal e o Ministério do Meio Ambiente vêm tratando parques, reservas e outras áreas protegidas brasileiras – as nossas Unidades de Conservação.

 Fonte - http://www.sosma.org.br/16883/maior-parte-dos-animais-ameacados-esta-na-mata-atlantica/#sthash.9ByP2mYq.dpuf

sexta-feira, 24 de janeiro de 2014

Cientistas descobrem nova espécie de boto no rio Araguaia

Matt McGrath
Repórter de meio ambiente da BBC News

  • Nicola Dutra/Divulgação
    O boto do Araguaia é parecido com o boto-cor-de-rosa, porém foram encontradas diferenças nos dentes e DNA O boto do Araguaia é parecido com o boto-cor-de-rosa, porém foram encontradas diferenças nos dentes e DNA














Cientistas da Universidade Federal do Amazonas (UFAM) descobriram uma nova espécie de boto, a
primeira descoberta desse gênero desde 1918. Eles suspeitam, no entanto, que a nova espécie encontrada já tenha vindo à tona sob risco de extinção.

No estudo publicado na revista especializada "Plos One", os pesquisadores da UFAM dizem que a espécie batizada como boto do Araguaia é uma das cinco integrantes do gênero que também inclui o boto cor-de-rosa, da Amazônia. Os pesquisadores estimam que haja apenas mil botos dessa espécie vivendo no rio Araguaia.

O boto do Araguaia teria se diferenciado dos outros familiares do gênero há mais de dois milhões de anos, segundo o pesquisador Tomas Hrbek.

"Foi tudo muito inesperado. É uma área onde as pessoas veem eles o tempo todo, já que são mamíferos grandes. Mas ninguém tinha notado (que era uma outra espécie)", disse.

As diferenças com o boto cor-de-rosa seriam o número de dentes. A nova espécie também seria menor. Mas, a maioria das diferenças foram encontradas nos genes do animal.

Ao analisar amostras de DNA de dezenas de botos dos dois rios, os pesquisadores concluíram que o do rio Araguaia era mesmo uma nova espécie.

Mas, mesmo depois destas análises, ainda pode haver questionamento.

"Em ciência você nunca pode ter certeza de nada", disse Hrbek.

"Analisamos o DNA mitocondrial, o que é, essencialmente, análise de linhagens, e não há compartilhamento de linhagens. Os grupos que vimos, os haplótipos, têm uma relação muito mais próxima entre eles do que entre outros grupos. Para isto acontecer, os grupos devem ter ficado isolados uns dos outros por um período longo", acrescentou.

"A divergência que observamos é maior do que as divergências observadas entre outras espécies de golfinhos", afirmou.

  • Nicole Dutra/Divulgação Nova espécie se diferenciou há cerca de dois milhões de anos















Fonte: BOL

quarta-feira, 22 de janeiro de 2014

Curso de Fotografia da Natureza no RS

cartaz_curso de fotografia da natureza           

























Data do evento: 28/01/2014 - 30/01/2014

Estão abertas as inscrições para o Curso de Fotografia da Natureza com o renomado fotógrafo Zig Koch*. O curso acontece nos dias 28, 29 e 30 de março de 2014 na RPPN Maragato, em Passo Fundo (RS). Os interessados devem se inscrever até 10 de março de 2014 pelo email conservarpf@yahoo.com.br. O curso prevê aulas teóricas e práticas – com saídas a campo – que abordarão aspectos técnicos e conceituais da Fotografia da Natureza. Todas as informações sobre o curso de Fotografia da Natureza – como valores, conteúdo, dinâmica e currículo do professor – estão disponíveis neste link. Informações adicionais podem ser obtidas no email conservarpf@yahoo.com.br ou telefones (54)99828799 e (54) 99093587. ——————————————————– *Zig Koch – Fotógrafo com trabalhos voltados para fotografia de natureza, populações tradicionais e turismo. Ministra palestras e cursos, contribui em projetos culturais e educacionais, participa em expedições individuais, coletivas e internacionais, trabalhos publicados em centenas de livros didáticos, autor das fotografias de diversos livros, dentre eles “Araucária – A Floresta do Brasil Meridional”. Seu trabalho completo pode ser conferido em www.zigkoch.com.br e em seu banco de imagens www.naturezabrasileira.com.br.     

Tragédia anunciada

Artigo assinado por Roberto Klabin e Leandra Gonçalves* – originalmente publicado na edição impressa do jornal O Globo de 14/01/2014, sob o título “Um patrimônio sem mecanismos de proteção”.  
                     Lançado pelo governo em 22 de outubro do ano passado e aguardado com expectativa pela sociedade civil, o Plano Nacional de Contingência para grandes vazamentos de petróleo deixou em aberto questões primordiais e evidenciou que o país ainda não está preparado para lidar com esse tipo de acidente e pode colocar as riquezas da costa brasileira em risco. Com mais de 8.600 quilômetros de costa, o Brasil está intimamente ligado ao mar. A rica biodiversidade marinha tropical brasileira constitui um imenso patrimônio nacional, ainda pouco explorado pela pesquisa científica, bem pouco protegido e já bastante degradado. O litoral brasileiro também sustenta outras atividades econômicas além da exploração de petróleo. Segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), cerca de 70% da população brasileira vive na faixa situada a até 200 km do litoral. Os municípios da zona costeira abrigam 26,9% da população brasileira, ou 50,7 milhões. Desses, cerca de 4 milhões utilizam seus recursos naturais para sobreviver. Dados do Ministério da Pesca apontam a existência de quase 1 milhão de pescadores no país, responsáveis pela oferta de 1,24 milhão de toneladas de pescados por ano, sendo que cerca de 45% dessa produção é da pesca artesanal. O litoral é também um dos principais destinos turísticos do Brasil. Pesquisa realizada pelo Ministério do Turismo em parceria com a Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe) aponta que das seis cidades brasileiras que mais receberam turistas estrangeiros em férias no Brasil em 2012, quatro são litorâneas. No mês de novembro de 2013, a Comissão de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável (CMADS), da Câmara dos Deputados, realizou uma audiência pública para debater o Plano Nacional de Contingência (PNC). Foi, então, a primeira vez que o Plano foi apresentado para a sociedade civil e setores econômicos que atuam na costa brasileira, como a pesca e turismo e a decepção foi grande. O plano criou o Grupo de Acompanhamento e Avaliação, que é composto por Marinha, Ibama e Agência Nacional de Petróleo (ANP). Esta última foi convidada para a audiência, porém não compareceu. O grupo tem como atribuição acompanhar e avaliar o incidente, determinar o acionamento do PNC, avaliar se o incidente é de significância nacional, entre outras atividades. Porém, mesmo com todas essas importantes atribuições, nenhum dos órgãos apresenta estrutura física e de recursos humanos alocada, apta e disponível para chegar, rapidamente, ao local do incidente e agir. Espera-se que a estrutura seja disponibilizada pela própria empresa – autora do acidente. Deja vu. Em novembro de 2011, a empresa americana Chevron causou um grande acidente no mar brasileiro, no Campo de Frade, na Bacia de Campos, no Rio de Janeiro. O tamanho inicial do vazamento foi estimado pela ANP em 330 barris por dia, ou 50 litros de óleo. No entanto, imagens de satélite da Nasa, agência espacial americana, indicaram um vazamento dez vezes maior. A extensão da mancha vista do espaço levou a um cálculo de 3,7 mil barris de óleo por dia – quantidade próxima à identificada no início do vazamento do Golfo do México (abril/ 2010), avaliado como o maior derrame acidental na história. O episódio evidenciou a falta de governança por parte dos órgãos governamentais brasileiros, uma vez que no momento da tragédia a única fonte de informação para a sociedade era a própria empresa. O governo brasileiro não contava com suas próprias condições para chegar ao local do vazamento rapidamente e avaliar seu impacto, para assim agir com rapidez e também informar, com dados precisos e transparentes, as consequências do acidente ao ambiente marinho. O plano é novo, mas a história é velha. Desde maio passado, a Fundação SOS Mata Atlântica tenta promover um diálogo com representantes dos Ministérios responsáveis e da sociedade civil e 180 dias é o prazo estipulado ao Ministério do Meio Ambiente para publicar o manual do PNC. Neste inicio de ano, fica o alerta e a atenção para que sejam estabelecidas regras claras de execução e alocadas estruturas e recursos suficientes para que o Brasil, uma potência do século 21, possa ser também uma grande potência na salvaguarda de sua zona costeira. * Roberto Luiz Leme Klabin é vice-presidente da Fundação SOS Mata Atlântica para a área de Mar; Leandra Gonçalves é bióloga e consultora da organização. - See more at: http://www.sosma.org.br/blog/tragedia-anunciada/#.dpuf

Conservação Internacional e SOS Mata Atlântica lançam campanha “Adote Abrolhos”

    




Com o objetivo de aumentar a proteção da região de Abrolhos, importante para a biodiversidade e a economia brasileiras, a Aliança para a Conservação Marinha – uma parceria entre as ONGs Conservação Internacional (CI) e Fundação SOS Mata Atlântica – lança a campanha “Adote Abrolhos – É do Brasil. É do mundo. É nosso”. Por meio de ferramentas online, como um álbum de figurinhas virtual, e um concurso cultural que selecionará quatro ganhadores para visitar a região, a campanha pretende engajar o público em ações que contribuam para a conservação de Abrolhos, para apoiar à implementação e criação de novas áreas marinhas protegidas e para o desenvolvimento sustentável da pesca e do turismo.
Mais informações em www.adoteabrolhos.org.br. A campanha também pode ser acompanhada pelas redes sociais Facebook.com/adoteabrolhos e Twitter.com/AdoteAbrolhos. Na próxima semana será lançado o álbum de figurinhas virtual e um passo-a-passo de como utilizá-lo.
A campanha foi criada para aumentar a proteção da região com a maior biodiversidade marinha de todo o Atlântico Sul. A área funciona como um berçário das baleias-jubarte, que entre julho e novembro procuram a região para reprodução e amamentação de filhotes. Abrolhos também apresenta as maiores formações recifais do Brasil. No entanto, sofre diversas ameaças, como a pesca excessiva, o desmatamento nas bacias hidrográficas, as mudanças climáticas, entre outras.


banner Adote Abrolhos











“Criamos a campanha pela necessidade de ampliar a proteção da região, melhorar a saúde do nosso oceano e tornar a pesca uma atividade sustentável. Os ambientes marinhos oferecem inúmeros serviços para a sociedade. Por isso, criamos o mote ‘É do Brasil. É do mundo. É nosso’. Precisamos protegê-los com urgência!”, afirma Guilherme Dutra, diretor do programa marinho da Conservação Internacional (CI-Brasil).
O público-alvo da campanha são jovens conectados com as mídias sociais, pessoas sensibilizadas pela causa ambiental, moradores de grandes centros urbanos e da zona costeira, turistas de verão e formadores de opinião. A campanha informará e sensibilizará a sociedade por meio de campanhas publicitárias e um concurso cultural que selecionará quatro ganhadores para visitar a região. Haverá ainda uma petição para pedir apoio dos internautas pelo efetivo funcionamento das Unidades de Conservação (UCs) na região e retomada do processo de ampliação da proteção de Abrolhos com a criação de novas reservas.
“Adote Abrolhos – É do Brasil. É do mundo. É nosso” conta com o apoio de diversas organizações, como a Foundation Veolia Environment e o The Pew Charitable Trusts, além de doadores individuais. Empresas que investem na conservação da região, como a Alpargatas/Havaianas, também ajudaram a tornar possível a realização da campanha. A agência de publicidade Africa foi a responsável pela concepção da campanha e a fez de forma pró Bono, como as atrizes Camila Pitanga e Maitê Proença, que também abraçaram a campanha. Preocupado com a qualidade do bem natural que é base do esporte que pratica, o velejador Torben Grael gravou um vídeo para a campanha.
Com isso, a campanha já começa com o apoio de um importante grupo, como diversas instituições parceiras: Instituto Baleia Jubarte (IBJ), Movimento Cultural Arte Manha, Ecomar, Patrulha Ecológica, Instituto Amigos Reserva da Biosfera, Gambá – Grupo Ambientalista da Bahia, Pangea e da operadora de turismo de Caravelas, Horizonte Aberto. Diversos fotógrafos participarão da campanha, publicando galerias de fotos da região. A primeira será do fotógrafo brasileiro Ita Kirsch.

Foto Abrolhos 1



A região dos Abrolhos

Situada na costa sul da Bahia e norte do Espírito Santo, estendendo-se da foz do rio Jequitinhonha à foz do rio Doce, a região dos Abrolhos tem cerca de 95.000 quilômetros quadrados. A área ainda inclui um mosaico de ambientes marinhos com diferentes tipos de habitats, como os manguezais, praias e restingas.
Entre as principais atividades realizadas por turistas na região estão mergulho para visualização da vida marinha e a observação de baleias. Essas atividades geram renda para mais de 80 mil pessoas que vivem do turismo na área. No entanto, a falta de investimento mina o crescimento do setor. Atualmente o Parque Nacional Marinho dos Abrolhos recebe menos de quatro mil turistas por ano, gerando R$ 106,71 por dia/turista, em média.
Abrolhos é fundamental para a pesca brasileira e também a região mais abundante em peixes do Nordeste do Brasil. Esta atividade é a principal fonte de renda para cerca de 20 mil famílias de pescadores na região. A região abriga grandes populações de espécies de elevado valor comercial, como badejos, garoupas, vermelhos, lagostas, camarões e caranguejos.
No interior dessa região, a 72 km da costa da cidade de Caravelas, está localizado o Arquipélago de Abrolhos, um conjunto de cinco ilhas: Santa Bárbara (sob controle da Marinha do Brasil, onde está o farol), Siriba, Ilha Redonda, Sueste e Guarita (que pertencem ao Parque Nacional Marinho dos Abrolhos), sendo que é proibido o desembarque nas duas últimas.

Os benefícios das regiões costeiras e marinhas

•          Os municípios da zona costeira abrigam 26,9% da população brasileira (50,7 milhões de pessoas);
•             Os ecossistemas marinhos produzem oxigênio e absorvem carbono da atmosfera (calcula-se que os oceanos já absorveram 80% do calor adicionado na atmosfera pelo aquecimento global);
•             A biodiversidade marinha supre 20% da proteína animal consumida por 1,5 bilhão de pessoas no mundo todo e 15% de outros 4,5 bilhões;
•             Os oceanos são a principal via de transporte para o comércio global e abrigam grandes reservas de petróleo e minerais.

Sobre a Conservação Internacional

A Conservação Internacional (CI) é uma organização privada, sem fins lucrativos, fundada em 1987 com o objetivo de promover o bem-estar humano fortalecendo a sociedade no cuidado responsável e sustentável para com a natureza – nossa biodiversidade global – amparada em uma base sólida de ciência, parcerias e experiências de campo. Como uma organização não governamental (ONG) global, a CI atua em mais de 40 países, distribuídos por quatro continentes. Em 1988, iniciou seus primeiros projetos no Brasil e, em 1990, se estabeleceu como uma ONG nacional. Possui escritórios em Belo Horizonte-MG, Belém-PA, Brasília-DF e Rio de Janeiro-RJ, além de uma unidade avançada em Caravelas-BA. Para mais informações sobre os programas da CI no Brasil.
www.conservacao.org
Twitter: @CIBrasil
Facebook: www.facebook.com/ConservacaoInternacional.

Sobre a Fundação SOS Mata Atlântica

Criada em 1986, a Fundação SOS Mata Atlântica é uma organização privada sem fins lucrativos, que tem como missão promover a conservação da diversidade biológica e cultural do bioma Mata Atlântica e ecossistemas sob sua influência. Assim, estimula ações para o desenvolvimento sustentável, promove a educação e o conhecimento sobre a Mata Atlântica, mobiliza, capacita e incentiva o exercício da cidadania socioambiental. A Fundação desenvolve projetos de conservação ambiental, produção de dados, mapeamento e monitoramento da cobertura florestal do bioma, campanhas, estratégias de ação na área de políticas públicas, programas de educação ambiental e restauração florestal, voluntariado, desenvolvimento sustentável, proteção e manejo de ecossistemas.
www.sosma.org.br
twitter.com/sosma
youtube.com/sosmata
facebook.com/SOSMataAtlantica
instagram.com/sosmataatlantica

Sobre a Aliança para a Conservação Marinha

A Aliança para a Conservação de Ecossistemas Marinhos e Costeiros Associados à Mata Atlântica é uma parceria entre as organizações ambientalistas Conservação Internacional (CI) e Fundação SOS Mata Atlântica em prol do estudo e proteção da costa brasileira. Dentre as atividades e esforços realizados pela parceria, estão: campanhas, estudos científicos e levantamento de dados e cursos de formação. Entre os principais resultados da Aliança, estão: a campanha em prol da criação da Reserva Extrativista (RESEX) Cassurubá, o apoio jurídico aos processos de criação e implementação das RESEX Cassurubá, Canavierias e Corumbau; dois cursos de formação em Monitoramento da Biodiversidade em Unidades de Conservação Marinhas Brasileiras e, em 2010, o lançamento de uma importante publicação sobre áreas-chave para a biodiversidade marinha brasileira, levantando as 59 espécies ameaçadas de extinção em várias regiões do Brasil, além de mapear as ecorregiões prioritárias para a conservação marinha e costeira.

- See more at: http://www.sosma.org.br/16888/conservacao-internacional-e-sos-mata-atlantica-lancam-campanha-adote-abrolhos/#.dpuf

Reutilização de caixotes - Uma ideia ecológica

Divisão de planária

Pinguim-de-magalhães é encontrado em Praia Grande (SP)

Rafael Motta
Do UOL, em Santos (SP)


  • Edmilson Lelo/Prefeitura de Praia Grande
    Pinguim-de-magalhães encontrado nesta terça-feira (21) na Praia Grande, litoral de São Paulo Pinguim-de-magalhães encontrado nesta terça-feira (21) na Praia Grande, litoral de São Paulo






















Um pinguim-de-magalhães foi encontrado por banhistas na praia do Solemar, em Praia Grande (71 km de São Paulo), na manhã desta terça-feira (21). Trata-se do primeiro resgate de uma ave do tipo no litoral paulista neste ano, em uma ocorrência incomum para a época.
Debilitado, o pinguim foi recolhido por agentes da Guarda Costeira da cidade e levado para reabilitação no Aquário Municipal de Santos (72 km de São Paulo).
O animal tem uma anilha na asa direita, com a inscrição w18373, que foi transmitida pela Guarda ao Cemave (Centro Nacional de Pesquisa e Conservação de Aves Silvestres), do ICMBIo (Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade).
"Provavelmente, esse animal já foi resgatado em situação semelhante, passou por um tempo de reabilitação e foi solto no mar", diz o inspetor da Guarda Costeira, Delfo Monsalvo.
O UOL não conseguiu contato com o ICMBio para confirmar a origem da ave e onde havia passado por tratamento antes de ser encontrada em Praia Grande.
O veterinário Gustavo Dutra, do Aquário de Santos e que cuida do animal agora à noite, diz acreditar que somente amanhã essa confirmação será possível.
Na última sexta-feira (17), 37 pinguins-de-magalhães foram devolvidos ao mar na costa de São Sebastião, no litoral norte do Estado. Eles haviam sido resgatados desde junho passado e, após recuperação no Aquário de Ubatuba, também no litoral norte, retornaram à natureza.
A veterinária Andréa Maranho, do Instituto Gremar -- organização não governamental especializada em resgate e reabilitação de animais marinhos -- afirma que a localização de pinguins no verão é incomum no país.
"A costa brasileira é uma área de dispersão de pinguins, mas, sobretudo, entre julho e setembro. No ano passado, isso ocorreu até novembro. Correntes marítimas e disponibilidade de alimento podem ter feito o animal aparecer", afirma Andréa.
 
Fonte: Bol

quinta-feira, 16 de janeiro de 2014

Minimização de Impactos Ambientais, Sociais e Econômicos através da arborização

por: Francieli Dalle Laste Valmorbida                  

Evita problemas futuros como passeios públicos danificados                            
 
Evita problemas futuros como passeios públicos danificados
A arborização é de extrema importância para a manutenção da qualidade vida do meio urbano, pois inúmeros são os benefícios que as árvores trazem, tais como fornecem sombra, ar fresco, preservam os recursos hídricos, atuam na conservação do solo contendo a erosão, fornecem abrigo e alimentação à fauna existente, bem como embelezam as áreas urbanas. A arborização, quando bem planejada, observando critérios técnicos e científicos, evita problemas futuros como passeios públicos danificados, galhos em contato com a rede elétrica, danos causados às construções civis, problemas estes oriundos da falta de planejamento no momento do plantio das espécies arbóreas.
É importante salientar que a paisagem urbana sofre profundas alterações à medida que a cidade cresce, por este motivo é fundamental que municípios busquem alternativas que resultem, consequentemente, na conservação da paisagem, proporcionando aos habitantes uma melhor qualidade de vida.
Tendo em vista o exposto acima, pode-se afirmar que as árvores definem e estruturam o espaço urbano, por isso, plantar árvores em cidades é uma tarefa de grande responsabilidade, pois mudas plantadas corretamente serão mais facilmente conduzidas e resultarão em árvores com melhor saúde e com condições de se manter mais tempo em boas condições. Ainda, qualificar o plantio significa investir em conforto ambiental e, consequentemente, em qualidade de vida e bem-estar social (PUENTE; PICOLI; SANCHOTENE, 2013).
A falta de planejamento técnico no plantio das diversas espécies arbóreas na área urbana, são causas que inúmeras vezes colocam árvores urbanas como um empecilho nos passeios públicos da cidade (NATAL, 2007).      
O passeio público deve ser entendido como um somatório de elementos, os quais incluem o pavimento para circulação de pedestres, o espaçamento entre divisas e meio fio, bem como a arborização urbana. A ausência de algum desses elementos prejudica a parte estrutural, seu funcionamento e estética (ERECHIM, 2013).
A arborização deve ser sempre realizada respeitando os dados técnicos e a viabilidade de cada local, pois qualquer intervenção de pavimentação executada em vias públicas deverá ter contemplado o calçamento dos passeios públicos e o plantio de mudas nos locais adequados (PDMI, 2013).
É importante destacar que em volta das árvores plantadas deverá ser adotada uma área permeável, permitindo que sejam realizadas as trocas gasosas, através da infiltração de água e aeração do solo.
A arborização urbana deve contemplar o maior número de espécies, a fim de atrair uma diversidade maior de animais, permitindo o equilíbrio no ecossistema. Ainda, quanto maior a quantidade de espécies utilizadas, a cidade mais se embeleza pela variedade de cores e formas (UBERABA, 2013).
É necessário fazer a escolha das mudas adequadas, respeitando os limites de cada espécie, a fim de evitar problemas futuros.
Para o plantio, o solo deverá ser preparado a fim de que o terreno esteja adequado para o recebimento das mudas, melhorando, assim, as condições para um melhor desenvolvimento da planta. Ainda, o solo deverá estar livre de lixo e entulho e caso estiver compactado é necessário removê-lo até a profundidade mínima de 0,60 metros, seguido da retirada de torrões (GUARULHOS, 2013).
As covas devem ter dimensões mínimas de 0,60 x 0,60 x 0,60 metro, respectivamente, comprimento, largura e profundidade. O material que for retirado da cova deve ser reaproveitado sempre que for de boa qualidade, adicionando composto orgânico na proporção de 1/3 em relação ao material total que deverá preencher a cova (PUENTE, PICCOLI, SANCHOTENE, 2013).
Caso o solo estiver compactado ou com excesso de entulho deve ser substituído por outro, com constituição, porosidade, estrutura e permeabilidade adequadas ao bom desenvolvimento da muda.


Fonte: PORTAL EDUCAÇÃO - Cursos Online : Mais de 1000 cursos online com certificado
http://www.portaleducacao.com.br/biologia/artigos/53351/minimizacao-de-impactos-ambientais-sociais-e-economicos-atraves-da-arborizacao#ixzz2qYO26nGN

quarta-feira, 15 de janeiro de 2014

Caranguejo-uçá entra em período de defeso no Pará e na região Nordeste

09/01/2014

caranguejo uçá
Com informações do Ministério da Pesca e Aquicultura

De 17 a 22 de janeiro, estará proibida a captura, o transporte, o beneficiamento, a industrialização e a comercialização da espécie Ucides cordatus, conhecida popularmente como caranguejo-uçá. A espécie é encontrada em zonas costeiras como manguezais e estuários.  A Instrução Normativa Interministerial (INI) nº 8, de 30 de dezembro de 2013 prevê quatro períodos de defeso para a espécie ao longo de 2014.

Além dos prazos já mencionados, a medida proíbe atividades relacionadas ao caranguejo-uçá de 31 de janeiro a 5 de fevereiro; de 15 a 20 de fevereiro; de 2 a 7 de março; de 17 a 22 de março e de 31 de março a 5 de abril.

A medida, tomada em conjunto pelos ministérios da Pesca e Aquicultura e Meio Ambiente, abrange os Estados produtores: Pará, Maranhão, Piauí, Ceará, Rio Grande do Norte, Paraíba, Pernambuco, Alagoas, Sergipe e Bahia.

As pessoas físicas ou jurídicas da cadeia produtiva da espécie deverão fornecer ao Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (IBAMA) ou ao Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio), até o último dia que antecede cada período de “andada”, a relação detalhada dos estoques de animais vivos, congelados, pré-cozidos, inteiros ou em partes. O preenchimento é explicado no Anexo I da INI. Assim, nos períodos de defeso, o transporte e a comercialização do caranguejo-uçá deverão, desde a origem ao destino final, contar com Guia de Autorização de Transporte e Comércio, emitida pelo IBAMA.

Sustentabilidade

Um dos principais recursos pesqueiros do Brasil, o caranguejo-uçá tem merecido atenção especial do Ministério da Pesca e Aquicultura (MPA), que editou ao todo no ano passado três medidas normativas relativas à espécie. As medidas buscam garantir a sustentabilidade extrativista desta pescaria, que gera emprego para milhares de marisqueiras, principalmente nas regiões Norte e Nordeste.
A nova legislação protege a espécie em seu período de reprodução (defeso), promove a adoção das melhores práticas no manuseio e transporte e favorece os consumidores, pela melhor qualidade do produto final. Em julho de 2013, a IN nº 9 do MPA disciplinou a forma como o caranguejo-uçá deve de ser transportado, para reduzir a mortalidade nesta etapa. Assim, os consumidores passaram a obter no mercado mais caranguejos-uçá vivos, inteiros e sadios.
Quando por terra, a legislação prevê que a carga deverá ser transportada em caixas plásticas vazadas, forradas com espuma de acolchoamento embebida em água. Quando for por meio de transporte aquaviário, a carga deverá ser acondicionada em caixas plásticas vazadas, sacos, paneiros, peras ou acomodações que garantam a sobrevivência dos espécimes.
Antes a prática usual dos catadores era prender um crustáceo ao outro para a venda ou entrega a distribuidores e comerciantes, o que provocava um alto nível de estresse nos caranguejos, que ao se debaterem perdiam os seus apêndices e se tornavam agressivos. Assim, muitos animais acabavam mortos antes de serem comercializados.
A carne do caranguejo-uçá é muito apreciada na culinária; sua carapaça também é utilizada no artesanato, em cosméticos e na alimentação animal.

- Fonte: http://www.sosma.org.br/16860/caranguejo-uca-entra-em-periodo-de-defeso-para-e-na-regiao-nordeste/#.dpuf

sexta-feira, 6 de dezembro de 2013

Universidade americana cria cadáver sintético para pesquisas científicas


 

O projeto poderá substituir o uso de animais vivos em testes

Reprodução
A Universidade de Medicina do Arizona acaba de divulgar um projeto que visa modificar a forma com que pesquisas científicas e testes de medicamentos são conduzidos: o cadáver sintético. Criado em conjunto com a Escola de Medicina de Tampa, o corpo sintético possui um coração capaz de bombear sangue e um fígado que produz a bile.
De acordo com o laborátorio SynDaver, que construiu o cadáver, ele possui os tecidos e órgão humanos sintéticos mais sofisticados e pode substituir o uso de animais vivos em testes de medicamentos e cadáveres humanos nas escolas de medicina.
“Nós queremos garantir que o ensino da medicina não seja apenas o básico, mas também visionário. Queremos preparar os estudantes para as próximas décadas”, afirma o reitor da Universidade do Arizona, Dr. Stuart Flynn.



quarta-feira, 25 de setembro de 2013

Instituto Butantan reinaugura acervo 3 anos após incêndio destruir coleção

 

                                                  

Instituto Butantan abre novo prédio de coleções zoológicas

 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
O Instituto Butantan, em São Paulo, inaugurou nesta terça-feira (24) seu novo prédio de coleções zoológicas, que vai abrigar espécies de répteis, anfíbios, aracnídeos e insetos. O antigo acervo do Instituto foi destruído em um incêndio em 2010 Leia mais Edson Lopes Jr.
O Instituto Butantan, em São Paulo, inaugurou nesta terça-feira (24) o novo prédio do acervo de espécies de répteis, anfíbios, aracnídeos e insetos. O antigo local que abrigava as coleções zoológicas foi parcialmente destruído por um incêndio, em 2010.
Segundo a Secretaria de Estado da Saúde,  o prédio é o mais moderno e seguro da América Latina.  Ele tem dois andares e conta uma área total de 1.600 metros quadrados.
A parte que abriga as coleções foi dividida em sete salas: cinco têm 50 metros quadrados e outras duas, 20 metros quadrados. Das alas maiores, quatro vão guardar a coleção de herpetologia e a outra, a coleção de artrópodes. Já as salas menores vão abrigar a coleção de insetos e a de banco de tecidos.
O governo afirma que, agora, há melhor distribuição e organização dos espaços, separando escritórios, laboratórios e alas administrativas da área onde as coleções zoológicas são guardadas.
Um dos grandes diferenciais do prédio, que recebeu investimentos de R$ 5,5 milhões para obras e compra de equipamentos, é o sistema de segurança para prevenção de incêndios.
O prédio tem um sistema de eliminação de incêndios através do gás FM 200, que absorve o calor e reduz o fogo a uma temperatura ao ponto que ela não consegue se sustentar. O gás suspende o fogo em até 10 segundos, além de ser ambientalmente aceito e não prejudicial às pessoas nem ao acervo zoolóico, não deixando resíduos ou resinas nos materiais.
Há, ainda, um sistema de escoamento de álcool e demais líquidos, levando-os para uma caixa subterrânea, externa ao prédio, rapidamente.
Outra novidade é a instalação de um laboratório que permitirá que os cientistas façam análises genéticas das coleções - o que reunirá no mesmo lugar todas as etapas de um rastreamento perfeito de um animal de coleção.
Com aparelhos de biologia molecular e sequenciamento genético, os profissionais poderão fazer a extração do DNA dos animais antes de guardá-los nos bancos de tecidos e, posteriormente, armazená-los nas coleções.
 
Fonte: UOL

quarta-feira, 28 de agosto de 2013

Curso no IBIMM em Peruíbe - Tubarões e Seres Marinhos

Brasília debaterá comércio ilegal de animais


Data do evento: 28/08/2013

 
A Frente Parlamentar Ambientalista – com o apoio do Fórum Nacional de Proteção e Defesa Animal, da Fundação SOS Mata Atlântica e de parceiros – promove no dia 28 de agosto de 2013 (quarta-feira) às 8h30 um Café da Manhã para debater o Comércio Ilegal de Animais. O evento ocorre no Auditório Freitas Nobre da Câmara dos Deputados, situado no Anexo IV-Subsolo, em Brasília (DF).

Na ocasião, estarão presentes:
  • Dra. Ângela Branco,  médica veterinária, nome consagrado entre os especialistas em fauna silvestre, abordará “aspectos técnicos e sanitários relacionados ao comércio de animais silvestres”;
  • Dra. Cristina Harumi Adania, coordenadora de Fauna Associação Mata Ciliar, discorrerá sobre “o papel das entidades de proteção animal, em resposta à ausência do Estado”;
  • Dra. Vânia Tuglio, Promotora de Justiça, do GECAP – Ministério Público do Estado de São Paulo, falará a respeito de “aspectos jurídicos: da proteção à biodiversidade ao comércio de animais silvestres”.
Em seguida, será aberta a palavra aos presentes. Foram também convidados integrantes do Ministério do Meio Ambiente, Ministério de Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Ibama, Renctas, SOS Fauna, entre outros.
Para participação, gentileza confirmar sua presença através do email: contato@frenteambientalista.com.
A Frente Parlamentar Ambientalista tem como objetivo apoiar políticas públicas, programas e demais ações governamentais e não governamentais que promovam o desenvolvimento sustentável e está aberta a novas adesões. Saiba mais em: www.frenteambientalista.com.

 Fonte: http://www.sosma.org.br/eventos/brasilia-debatera-comercio-ilegal-de-animais/

quarta-feira, 21 de agosto de 2013

RMA lança manifesto contra agressões a ambientalistas

    
RMAA Rede de ONGs da Mata Atlântica (RMA) divulgou um manifesto que repudia os crimes contra ambientalistas que defendem um dos biomas mais ameaçados do mundo: a Mata Atlântica. A iniciativa protesta contra o assassinato do biólogo Gonzalo Alonso Hernandez, ocorrido nas proximidades do Parque Estadual do Cunhambebe, Rio Claro (RJ), e as agressões sofridas pelo casal Wigold Schaffer e Miriam Prochnow, em Atalanta (SC), ambos membros da Apremavi (Associação de Preservação do Meio Ambiente e da Vida).
O manifesto assinado pela RMA, que congrega 300 entidades que trabalham na Mata Atlântica, chama a atenção para a falta de fiscalização e de recursos para que os órgãos ambientais e de controle cumpram o que determina a legislação ambiental. Será enviado para autoridades das esferas federal, como Ministério do Meio Ambiente, Ibama e Ministério Público Federal, dos Estados do Rio de Janeiro e Santa Catarina e dos municípios de Rio Claro e Atalanta, respectivamente. Confira  abaixo a íntegra do documento.
 
MANIFESTO
 
De repúdio a agressões a ambientalistas defensores da Mata Atlântica
 
A Rede de ONGs da Mata Atlântica (RMA) que congrega 300 entidades que trabalham e lutam pelo bioma mais ameaçado do Brasil e um dos mais degradados do mundo vem a público repudiar os crimes que tem ocorrido contra justamente àqueles que defendem com unhas e dentes o que ainda resta de Mata Atlântica.
Os episódios de assassinato do biólogo espanhol Gonzalo Alonso Hernandez, de 49 anos, cujo corpo foi encontrado boiando no Parque Estadual Cunhambebe, em Rio Claro, Rio de Janeiro, em 8 de agosto, e da agressão aos conselheiros da Associação de Preservação do Meio Ambiente e da Vida (Apremavi) Wigold Schaffer e Miriam Prochnow, ocorrida em 4 de agosto, em Atalanta, Santa Catarina, são inadmissíveis.
Não podemos permitir que pessoas que protegem e defendem um patrimônio natural brasileiro e Reserva da Biosfera da Unesco – a Mata Atlântica – se tornem vítimas de situações que denotam o descaso com a conservação ambiental em nosso país. Estes fatos não podem ser tolerados. As famílias de Miriam, que foi coordenadora geral e uma das fundadoras da RMA, Wigold e de Gonzalo merecem nosso total apoio e solidariedade.
Reivindicamos mais fiscalização e recursos para que os órgãos de controle e policiamento ambiental cumpram o que já é previsto em lei. Pois a violência contra qualquer pessoa que atue em prol da proteção da vida é um grave precedente que sinaliza retrocesso e o ataque direto à liberdade de expressão e aos princípios democráticos.
Esperamos que todas as instâncias, Polícias Civil, Militar e Ambiental, bem como o Ministério Público Estadual e Federal e as demais autoridades tomem todas as medidas necessárias para que a justiça seja feita.
Por fim, esperamos que casos como esses não se repitam em um país cujos governos tem demonstrado pouco interesse em cumprir a legislação ambiental, uma conquista de todos, para o bem dessa e das futuras gerações.
 
Bellô Monteiro – Coordenador geral da RMA (Fundação SOS Mata Atlântica-SP)
Adriano Wild – Coordenador institucional da RMA (Mater Natura-PR)