quarta-feira, 22 de junho de 2016

Onça morta após passar por revezamento da tocha vira notícia pelo mundo

Onça Juma foi abatida pelo Exército pouco depois de participar do revezamento da tocha olímpica em Manaus

  • Onça Juma foi abatida pelo Exército pouco depois de participar do revezamento da tocha olímpica em Manaus
Um dia após o Exército abater o animal silvestre, o Comitê Organizador da Rio-16 assumiu parcela de culpa no caso e a notícia espalhou-se nos principais sites do mundo.
A morte de Juma foi noticiada em veículos e agências como La Vanguardia, Reuters, Fox Sports (EUA), NBC, TMZ e Los Angeles Times, entre outros.
Reuters destacou que "uma onça amarela e sorridente é a mascote do time olímpico brasileiro" e relembrou que a espécie está em extinção.
A coincidência também foi percebida pelo TMZ e pelo Fox Sports (EUA), que ilustraram as respectivas matérias com uma foto de Juma, a onça abatida, e de Ginga, mascote da delegação brasileira na Rio-16.
Julio César Guimarães/UOL
Publicações lembraram que Ginga, uma onça amarela, será o mascote do Time Brasil na Rio-16
O Los Angeles Times também noticiou a morte de Juma, mas preferiu destacar que a onça-pintada não tinha autorização do Ibama para participar do revezamento da tocha olímpica,conforme adiantou o UOL Esporte.
Por sua vez, o NBC Sports ressaltou o pedido de desculpas do Comitê Organizador dos Jogos Olímpicos, que assumiu o erro em permitir que uma onça acorrentada participasse do revezamento da tocha olímpica em Manaus.
Por fim, o T13 classificou a morte como "polêmica" e o La Vanguardia sublinhou a revolta nas redes sociais dos brasileiros, que logo abraçaram a campanha "Justiça para Juma" com abaixo-assinado com mais de 25 mil assinaturas.
Na maioria dos casos, a notícia da morte de Juma não se restringiu às editorias de esporte, ganhando espaço privilegiado em alguns dos principais sites do mundo.

Fonte BOL

terça-feira, 21 de junho de 2016

País é o primeiro do mundo a adotar tal medida

A Noruega se tornou o primeiro país do mundo a se comprometer com o fim desmatamento em todo o território nacional, após decisão do parlamento na primeira semana de junho. Para cumprir com a meta, o governo proibiu o corte de árvores e baniu a compra e a produção de qualquer matéria-prima que contribua para a destruição de florestas no mundo.

Na sessão decisiva, o parlamento também se responsabilizou a encontrar uma maneira de fornecer alguns produtos essenciais, como carne, soja, madeira e óleo de palma, sem causar impactos no ecossistema. De acordo com a Organização das Nações Unidas (ONU), esses quatros produtos são responsáveis por quase metade do desmatamento das florestas tropicais do planeta.
A Noruega é a primeira nação a botar em prática a promessa feita junto à Alemanha e à Grã-Bretanha de promover esforços significativos contra cadeias de produção que gerem corte de árvores, assinada na Cúpula do Clima da ONU, em 2014.
Não é a primeira vez que o país escandinavo toma uma atitude pioneira em favor da proteção do meio ambiente. Segundo a rede CNN, em 2008, a Noruega deu ao Brasil 1 bilhão de dólares (mais de 3 bilhões de reais) para ajudar a combater o desmatamento na Amazônia. Além disso, o país está no processo de restringir as vendas de carros movidos a gasolina até 2025.
Fonte: EcoD

quinta-feira, 9 de junho de 2016

Restauração Florestal faz aves e onça reaparecerem no interior de SP



Fonte: SOS Mata Atlântica

Centro de Experimentos Florestais SOS Mata Atlântica – Brasil Kirin já comemora os resultados do trabalho de restauração florestal realizado em seu interior. Em cerca de oito anos de atividades de recuperação da vegetação na área,que pertencia a uma antiga fazenda de café, foi constatado o reaparecimento de mais de 200 espécies de aves – incluindo espécies ameaçadas como a curica (Amazona amazonica) e a cabeça-seca (Mycteria americana) – e houve até o registro de uma onça parda caminhando pelo local. Além disso, a oferta de água aumentou, na área de 386 hectares onde ocorre o reflorestamento, evidenciando que a proteção e recuperação da floresta traz benefícios para as espécies e para os serviços ambientais.
  • Na foto-destaque, a cabeça-seca (Mycteria americana), um tipo de cegonha que não era mais vista na região. A imagem é de Marco Silva / Divulgação UFSCar.
Centro 5 anos
Imagem comparativa da Restauração Florestal no Centro: no início e após 5 anos de atividades.
Os resultados foram tema de reportagem no Estadão na Semana do Meio Ambiente (leia a íntegra da matéria), tendo como fonte o gerente de Restauração Florestal da Fundação, Rafael Bitante. Na matéria, também é possível acessar uma galeria de fotos das aves que retornaram ao local.O monitoramento da avifauna é realizado em parceria com a Universidade Federal de São Carlos (UFSCar), no âmbito de um projeto de mestrado (saiba mais).
A Fundação SOS Mata Atlântica atua há mais de 15 anos com restauração florestal, contabilizando neste período o plantio de mais de 36 milhões de mudas, um trabalho de referência no Brasil.
Desde 2007, 0 Centro de Experimentos Florestais SOS Mata Atlântica – Brasil Kirin sedia este trabalho. O local conta com um viveiro apto a produzir, anualmente, 750 mil mudas de 110 espécies diferentes da Mata Atlântica. O Centro, que também abriga atividades acadêmicas em parceria com universidades e ações de educação ambiental, já recebeu 32 mil visitantes e apoiou 26 projetos de pesquisa.

segunda-feira, 6 de junho de 2016

Educação Financeira para Biólogos



















Muda a presidência do Ibama


Brasília (03/06/2016) – A urbanista, advogada e doutora em Ciência Política Suely Araújo assumiu nesta sexta-feira (3/6) a presidência do Ibama, em cerimônia de posse realizada no gabinete do ministro do Meio Ambiente, Sarney Filho.
Suely é graduada em Arquitetura e Urbanismo pela Universidade de Brasília (UnB) e em Direito pelo Centro Universitário de Brasília (UniCEUB). Doutora em Ciência Política pela UnB, recebeu menção honrosa do Prêmio Capes por sua tese de doutorado, “Política ambiental no Brasil no período de 1992/2012: um estudo comparado das agendas verde e marrom”. O trabalho também foi homenageado em concurso da Associação Nacional de Pós-Graduação e Pesquisa em Ciências Sociais (Anpocs).
Suely atua desde 1991 como consultora legislativa da Câmara dos Deputados nas áreas de meio ambiente e direito ambiental, urbanismo e direito urbanístico. Autora de diversas publicações sobre os temas, a nova presidente do Ibama é professora voluntária da UnB desde 2010, nos cursos de graduação em Ciência Política e Gestão de Políticas Públicas. Já publicou estudos sobre Licenciamento Ambiental, Política Nacional de Resíduos Sólidos e Proteção à Biodiversidade, entre outros.
Assessoria de Comunicação do Ibama
imprensa@ibama.gov.br
(61) 3316-1015
Foto: MMA

Fonte: IBAMA

O Blog "Biologia - Estudo da Vida" espera que com essa nova gestão o IBAMA passe a priorizar a contratação de profissionais da área, fazendo seus concursos apenas para a concorrência de Biólogos, Engenheiros Florestais, Gestores Ambientais, etc... 

Curso: 9º CURSO DE TARTARUGAS MARINHAS no IBIMM



CONTEÚDO PROGRAMÁTICO (Teórico e Prático) - Anatomia e analise de conteúdo estomacal; - Simulação de Ninhos;- - Identificação de espécies e identificação individual; - Avaliação externa e interna (necropsia); - Aspectos anatômicos, fisiológicos e patológicos; - Morfologia (com esqueletos, animais taxidermizados, conservados, dissecados); -Biometria e Microchipagem; - Origem e Evolução; -Ciclo de Vida; -Reprodução; -História de Vida; -Importância Ecológica; -Ameaças Naturais; -Ameaças de origem Antrópica; - Conservação; -Educação Ambiental; -Projetos sobre Tartarugas no Brasil; -Projetos de Conservação de Tartarugas Marinhas na América Latina e no Mundo ; DOCENTES PESQUISADORES (do Projeto SOS Tartarugas Marinhas - ICMBio/SISBIO 50132-1): Prof. Edris Queiroz e Prof. Thiago Malpighi. Dentre as atividades do Projeto SOS Tartarugas Marinhas, a realização do curso destaca-se como uma das ações de educação ambiental, formando agentes multiplicadores do conhecimento sobre esses incríveis animais que frequentam nossas águas e motivando os profissionais e futuros profissionais que contribuirão para conservação das tartarugas marinhas. PROCEDIMENTOS PARA INSCRIÇÃO: Enviar, juntamente com o comprovante de pagamento, Nome completo, RG, telefone e formação acadêmica para contatobiologia@ibimm.org.br DADOS PARA PAGAMENTO: Caixa econômica federal ag. 0250 - conta corrente - 3245-4 - natureza da operação.003 Favorecido - Instituto de Biologia Marinha e Meio Ambiente cnpj.10.795.875/0001-80 CANCELAMENTOS E DEVOLUÇÕES: só serão aceitos até 20 dias antes do início do curso.
DOCENTES PESQUISADORES: Prof. MsC Edris Queiroz e Prof. Biólogo Thiago Malpighi (Pesquisadores do Projeto SOS Tartarugas Marinhas)

terça-feira, 10 de novembro de 2015

Tamanduá Day - 29 de novembro

Dia do Tamanduá (29/11) relembra a importância da conservação da espécie
30/10/2015


Uma ação para sensibilizar sobre os tamanduás, os desafios para a sua sobrevivência e a importância da conservação da espécie. Este é o #‎TamanduaDay‬ – Dia Mundial do Tamanduá, uma iniciativa do Instituto Jurumi e do Projeto Tamanduá Brasil, com apoio da IUCN/SSC Anteater, Sloth and Armadillo Specialist Group. O evento é celebrado no dia 29 de novembro, porém a campanha fica ativa durante todo o ano, compartilhando conhecimento sobre as espécies, e convidando organizações e pessoas a divulgarem a iniciativa e a promoverem suas próprias ações em defesa dos tamanduás.
Participe! Informações no site br.tamanduaday.org e no facebook /worldtamanduaday.


tamandua day 2


- See more at: https://www.sosma.org.br/blog/dia-tamandua-2911-relembra-importancia-da-conservacao-da-especie/#sthash.D7rlWRQN.dpuf

Nova revista Aquarista Junior





























NOVIDADES...
  • Saiu a revista Aquarista Junior 166... Veja a capa em anexo
  • Veja a nossa NOVA Lista de Publicações Aquarista Junior... veja no anexo SHOP 2016
  • Veja a LISTA de CURSOS 2015...
Confira...
A leitura agrega conhecimentos e cria aquaristas de sucesso.
 
Abraços,
Marcus Marques da Silva
REVISTA AQUARISTA JUNIOR
 

quarta-feira, 16 de setembro de 2015

USP oferece curso de verão gratuito sobre zoologia



REDAÇÃO EM 
Instituto de Biociências da Universidade de São Paulo (USP) está com inscrições abertas até o dia 27 de setembro para o curso de verão em zoologia. São 40 vagas disponíveis, voltadas para estudantes de qualquer universidade brasileira.
Podem se inscrever alunos graduandos e recém-graduados em biologia e áreas afins. Além disso, vagas adicionais serão oferecidas aos professores do estado de São Paulo, que participarão das atividades da primeira semana do curso.
Reprodução
Reprodução
Os selecionados serão avisados por e-mail
O curso de extensão é presencial e tem 80 horas de duração. As aulas vão acontecer entre os dias 18 e 29 de janeiro de 2016, de segunda à sexta-feira, das 8h às 18h, nas dependências do Centro Didático do Instituto Biociências - Rua do Matão, travessa 14, na Cidade Universitária.
Para se inscrever, acesse aqui. É preciso preencher os dados pessoais, histórico acadêmico e enviar uma carta de intenção. Na carta, o interessado deve escrever porque deseja participar do curso. Os selecionados serão avisados por e-mail.
O curso de verão em zoologia tem por objetivo ensinar aos participantes conceitos fundamentais em biologia comparada através de mini-cursos teórico-práticos e informar sobre algumas das ferramentas utilizadas em pesquisa em zoologia.

quarta-feira, 8 de outubro de 2014

Biosfera









O termo Biosfera começou a ser empregado por volta de 1920. A palavra é formada por Bio = vida e esfera = camada, espaço, esfera; sendo assim, a biosfera é o espaço que possui vida na Terra.

Crédito: Sunny studio / Shutterstock.com
Crédito: Sunny studio / Shutterstock.com
Esse termo está relacionado aos componentes abióticos do nosso planeta que são:

Hidrosfera: espaço ocupado por água (hidro). Os oceanos, mares, lagos e rios ocupam ¾ da Terra. Abaixo do solo temos os lençóis freáticos que estão localizados desde poucos a milhares de metros subterrâneos.

Litosfera: espaço formado por solo, rochas (litos). É formada por uma grande variedade de rochas que em sua maioria está coberta por solo e outros depósitos de sedimentação.

Atmosfera: espaço formado por gás (atmos). É constituída por nitrogênio  (78%), oxigênio (21%), gás carbônico (0,03%), gases nobres e vapor d´água.

O conjunto desses componentes com os seres vivos é que forma a biosfera.
A biosfera compreende desde o topo das mais altas montanhas até as profundezas dos oceanos, ela é delimitada de acordo com a presença de seres vivos.
O limite superior da Biosfera está em torno de 7000m e seu limite inferior em 11.000m, totalizando uma faixa de, aproximadamente, 18 Km.
A maioria dos seres vivos terrestres se encontra até 5000m acima do nível do mar e nos oceanos, algumas bactérias, já foram encontradas a mais de 9000m de profundidade, sendo que também a maioria se encontra até 150m de profundidade.
A diversidade de características que existe nesses ambientes se traduz na diversidade de espécies e na quantidade de seres vivos que habitam determinadas regiões. Por exemplo, nos extremos superior e inferior da biosfera, poucos seres vivos conseguem viver. As condições ambientais mais favoráveis estão nos limites intermediários dessa faixa.
Devido a essa interação entre seres vivos e biótopo da biosfera, percebemos que essa camada de nosso planeta é modificada o tempo todo, tornando-a um espaço heterogêneo.
Com a atuante presença do homem no ambiente e muitas vezes de maneira transformadora, a fragilidade da Biosfera se evidencia, entretanto, essa faixa também se mostra auto-reguladora, dinâmica, capaz de resistir, ao menos dentro de certos limites, às modificações do meio ambiente.
Como esses limites vêm sendo extrapolados ao longo das últimas décadas e as conseqüências têm sido desastrosas para os diferentes ecossistemas de nosso planeta, a UNESCO em 1970, lançou o “Programa Homem e Biosfera”, que consiste em designar áreas em diferentes regiões do planeta para serem preservadas, estudadas e se tornarem ecologicamente sustentáveis. Essas áreas são denominadas “Reservas da Biosfera”.
Em 1992, a Mata Atlântica foi nomeada pela UNESCO a primeira Reserva da Biosfera brasileira, com cerca de 100.000 km² (uma pequena fração do que a Mata foi originalmente).

Por Selmi Vianna Cintra

Fontes
* Conceitos de Biologia – Amabis e Martho – vol 3 – Genética, evolução e ecologia
* Figura foi retirada do mesmo livro didático – página 171
* http://www.unesco.org.br/

Bioinformática



A bioinformática permite a elucidação de dados biológicos
A Bioinformática é uma ciência multidisciplinar que surgiu da necessidade de se compreender as funções biológicas, mais especificamente os genes. A engenharia de softwares, a matemática, a física, a química, a estatística, a ciência da computação e a biologia molecular são algumas áreas do conhecimento relacionadas a ela.
Essa ciência é responsável por armazenar e relacionar dados biológicos, com o auxílio de métodos computacionais e algoritmos matemáticos. Assim, reconhece padrões que provavelmente seriam impossíveis de serem analisados sem tal ajuda.
Um bioinformata, além de dominar conhecimentos específicos da Biologia, como a Biologia Molecular, deve ser capaz de desenvolver programas e também utilizar aqueles que não foram feitos por ele. A linguagem de programação amplamente adotada por esses profissionais é a PERL (Practical Extract and Report Language).
Prever estruturas e resultados, estudar e simular o metabolismo de células, construir árvores evolutivas, estudar estruturas tridimensionais de moléculas, analisar imagens e sinais biológicos, e até mesmo desvendar a função biológica de determinada sequência de DNA, são algumas atividades que a bioinformática possibilita. O armazenamento de informações em um banco de dados permite que pesquisadores de todo o mundo compartilhem informações, sendo o GenBank um dos mais conhecidos e completos.

Por Mariana Araguaia - Graduada em Biologia

Fonte: Brasil Escola

Brasil aumenta emissões de CO² em 5,5%, aponta índice da PwC


por Redação do EcoD
emissoes ecod Brasil aumenta emissões de CO² em 5,5%, aponta índice da PwC
A emissão global de CO² retraiu apenas 1,2% entre 2012 e 2013. Foto: Ian Britton

A PwC lançou, na última semana, o 6º índice anual Low Carbon Economy Index 2014. O indicador compila desempenho global, por grupos (G7 e E7), das principais economias do planeta e avalia o grau de “carbonização econômica” – em relação à dependência, controle e redução de emissão de gases estufa para cumprimento das metas contra o aquecimento global.
Os resultados mostram que entre 2012 e 2013, apesar da meta conjunta para a redução das emissões em 6%, a emissão global de CO² retraiu apenas 1,2%. Tal resultado pressiona o desempenho projetado para os próximos anos, quando a redução deve atingir 6,2% por ano, até 2100, para que o aquecimento global não ultrapasse em 2ºC os níveis de temperatura da era pré-industrial.
O Brasil elevou a emissão de CO² no período em 5,5%, ainda assim é o país que apresenta a menor intensidade (na relação tCO²/2013$m) entre os países avaliados. A Austrália registrou a maior redução de emissões (- 7,2%). Outro destaque fica por conta da China – campeã mundial nesse quesito – que diminuiu em 4% a quantidade de gases emitidos.
* Publicado originalmente no site EcoD.

terça-feira, 23 de setembro de 2014

Brasil conquista quatro medalhas em olimpíada de biologia



Da Agência Fapesp

Divulgação
Delegação brasileira conquistou uma medalha de ouro, duas de prata e uma de bronzeDelegação brasileira conquistou uma medalha de ouro, duas de prata e uma de bronze

A delegação brasileira conquistou uma medalha de ouro, duas de prata e uma de bronze na Olimpíada Ibero-Americana de Biologia, Oiab 2014, realizada entre 7 e 13 de setembro no México. Foi o melhor resultado do Brasil na história da competição.
A estudante Leticia Pereira de Souza, do Ceará, ficou com a medalha de ouro. Gabriel Guedes, de São Paulo, e Ana Luiza Smith, da Bahia, conquistaram a de prata; e Mario Anderson, também do Ceará, ficou com a de bronze.
Antes de viajar, a equipe participou de um treinamento intensivo com professores das Uerj (Universidades do Estado do Rio de Janeiro), da UFF (Universidade Federal Fluminense) e da UFRJ (Universidade Federal do Rio de Janeiro). Eles tiveram aulas teóricas e práticas de bioquímica, biotecnologia, microscopia, ecologia, genética, histologia vegetal e dissecção de vertebrados e invertebrados.
Durante a programação da Oiab, os jovens participaram de duas provas teóricas e uma prática, seguindo o modelo da olimpíada internacional.
Além da preparação promovida pelas universidades, a delegação contou com o apoio do CRBIO-02 (Conselho Federal de Biologia, do Conselho Regional de Biologia), do Instituto Butantan, do Instituto de Tecnologia ORT, da Fiesp (Federação das Indústrias do Estado de São Paulo), da Faperj (Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Rio de Janeiro), do CNPq (Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico) e da empresa Catalita Soluções.
A próxima Oiab será realizada em 2015 em El Salvador. Para participar, o aluno deve antes competir na OBB (Olimpíada Brasileira de Biologia). Podem se inscrever jovens de no máximo 19 anos, que estejam cursando o ensino médio ou que já concluíram, mas ainda não se matricularam em uma instituição de ensino superior.
Leia mais em: http://zip.net/bxpDXz

quinta-feira, 11 de setembro de 2014

Dinossauros mecanizados transformam zoológico de SP em 'Jurassic Park'


  • Junior Lago/UOL
    Réplica animatrônica de Tyrannossaurus rex que faz parte da exposição "O Mundo dos Dinossauros", no Zoológico de São Paulo
    Réplica animatrônica de Tyrannossaurus rex que faz parte da exposição "O Mundo dos Dinossauros", no Zoológico de São Paulo
Entre a copa das árvores, répteis gigantes se movimentam e emitem grunhidos em meio à fumaça que emana de um vulcão em erupção. A descrição se encaixaria em qualquer um dos filmes da franquia 'Jurassic Park', aquela que o diretor norte-americano Steven Spielberg estreou em 1993 --mas o parque jurássico agora fica em São Paulo. Quem visitar o Parque Zoológico de São Paulo no bairro da Água Funda, na zona sul da capital paulista, a partir desta quarta-feira (10), poderá caminhar entre réplicas de dinossauros de tamanho real, que se mexem e emitem sons, além de conhecer mais sobre esses animais extintos há 65 milhões de anos e que ainda hoje despertam a curiosidade de crianças e adultos.
A exposição "O Mundo dos Dinossauros" é a primeira desse porte a ser realizada em um ambiente externo no Brasil, em uma porção de 3.000 metros quadrados da Mata Atlântica. Os 20 dinossauros animatrônicos –tecnologia que utiliza mecânica e robótica para dar vida a bonecos, comumente usada no cinema– dividem espaço com espécies de aves, macacos e preguiças que vivem soltos no zoológico. A mostra ainda conta com réplicas de fósseis de diferentes espécies de dinossauros, que habitaram a Terra entre os períodos Triássico, Jurássico e Cretáceo, todos da era Mesozoica.
O mais alto deles é o Tyrannosaurus rex, que mede 18 metros de altura e tem o grunhido mais alto da mostra. "O nosso tem 18 metros, mas o animal chegava a ter um pouco menos: 13 metros", admite o paleontólogo da exposição, Bruno Navarro. "O mais comprido é o Apatossaurus, que tem 22 metros de comprimento e 12 metros de altura". Segundo Navarro, a mostra traz espécies descobertas em todo globo terrestre. "Selecionamos os mais representativos, as espécies mais conhecidas do público", diz.
Junior Lago/UOL
Angaturama limai é uma das 22 espécies de dinossauros descoberta no Brasil
O mais conhecido é, sem dúvida, o norte-americano Tyrannossaurus rex. Mas o Brasil também está representado na mostra, através da réplica do Angaturama limai, espécie de dinossauro descrita em 1996. Os restos mortais do animal brasileiro foram descobertos na Chapada do Araripe, no Ceará, e o seu nome deriva do tupi, que quer dizer "nobre". Ele media até cinco metros de altura e oito de comprimento, chegava a pesar três toneladas e viveu há 105 milhões de anos, durante o período Cretáceo.
"O Brasil possui 22 espécies de dinossauros descobertas, mas elas são pouco conhecidas. Aqui na exposição há duas espécies da América do Sul, o Angaturama limai, que é brasileira, e oAmargassaurus, argentino [herbívoro quadrúpede que viveu do Jurássico até o Cretáceo]", explica Navarro. As espécies brasileiras foram descobertas no Rio Grande do Sul, São Paulo, Ceará, Paraíba, Goiás, Minas Gerais e Mato Grosso e, segundo o palentólogo, existiram nos períodos Triássico e Cretáceo. "Temos dinossauros mais velhos, de 225 milhões de anos, e mais recentes, do último período. Não tivemos dinossauros no período Jurássico, só encontramos pegadas deles porque aqui em São Paulo existia um grande deserto, onde viviam animais muito pequenos".
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Répteis gigantes transformam zoológico de São Paulo em 'Jurassic Park'19 fotos

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O Tiranossauro (Tyrannosaurus rex) está entre as espécies mais conhecidas de dinossauro e é uma das estrelas da exposição interativa "O Mundo dos Dinossauros", no Zoológico de São Paulo. Ele foi um carnívoro bípede que viveu no período Cretáceo, há aproximadamente 65 milhões de anos, na América do Norte. O pescoço do Tiranossauro era muito musculoso para suportar o peso de sua cabeça Leia mais Junior Lago/UOL
Foram necessários quatro meses para que os técnicos da D32 Eventos, empresa responsável pela realização da exposição, montassem toda a mostra, que ainda conta com um cinema em 4D. "Nós realizamos há um ano e meio essa exposição em shoppings em São Paulo, sempre apostando no realismo da proposta. Trouxemos a ideia e a tecnologia que já estão presentes em zoológicos da Europa, mas essa é a primeira vez que a montamos em um ambiente externo, de mata", conta um dos sócios da D32 Eventos, Doni Marangon –que foi goleiro dos clubes Corinthians, Santos, Liverpool e se aposentou em 2012.
O Parque Zoológico de São Paulo contratou a D32 Eventos através de processo licitatório aberto em fevereiro deste ano. "Vimos a exposição nos shoppings e pensamos que seria uma boa ideia trazer esse tipo de mostra para dentro do zoológico, em meio à Mata Atlântica. Lançamos o edital e agora estamos realizando a exposição. O projeto tem uma proposta bastante didática e as escolas poderão trazer seus alunos para fazer aulas sobre esse assunto que tanto interessa às crianças", afirma Roberto Nappo, diretor de Relações com o Mercado do Parque Zoológico de São Paulo. Segundo ele, o zoológico recebe em média 1,5 milhão de visitantes por ano. "Só no fim de semana passado recebemos mais de 18 mil pessoas. Às quintas e sextas, dias úteis mais movimentados, chegamos a receber a visita de até 12 escolas", diz.
Para quem planeja correr até a instituição, ele dá um último aviso: a exposição com dinossauros animatrônicos ficará em cartaz durante cinco anos --um período considerável para os humanos, mas infinitesimal se comparado ao tempo em que esses répteis habitavam a Terra. 

 

O Parque Zoológico de São Paulo tem 900 mil metros quadrados de área e mais de 3.000 espécies de animais, muitas delas ameaçadas de extinção.

Serviço:

Parque Zoológico de São Paulo: Av. Miguel Estefano, 4.241, Água Funda, São Paulo (SP). Informações: (11) 5073.0811. Segunda a domingo, das 9h às 17h. Preço: Exposição + zoológico: R$ 27, para pessoas acima de 12 anos; exposição + zoológico: R$ 13,50, para crianças entre 5 e 12 anos; exposição: R$ 10, para pessoas acima de 12 anos; exposição: R$ 5, para crianças entre 5 e 12 anos. Livre.
Leia mais em: http://zip.net/bjpwtC

quarta-feira, 3 de setembro de 2014

sexta-feira, 22 de agosto de 2014

Mercado de biotecnologia aquecido

Autor: Roni Silva

Definindo a biotecnologia de forma ampla e geral, podemos dizer que ela é o uso de organismos vivos para a produção de bens e serviços.  O mercado de trabalho é amplo como a área, mas em destaque encontra-se a subárea de biotecnologia da saúde que vem se inovando cada vez mais e recebido altos investimentos que aceleram o seu desenvolvimento.

A biotecnologia é considerada o futuro da indústria farmacêutica e atualmente o Brasil caminha para iniciar a implementação de uma indústria nacional, mas empresas internacionais já chegaram ao país e a competitividade aumenta cada vez mais.
O foco do mercado de biotecnologia em saúde é a produção de remédios biológicos e a execução de pesquisas clínicas com pacientes brasileiros. Ainda existe um mercado enorme em crescimento e poucos cursos de especialização ou formação na área.

Em entrevista Marcelo Vianna de Lima, diretor Médico da AMGEN|BERGAMO falou sobre as inovações do mercado na área de biotecnologia da saúde: “Graças aos últimos avanços da medicina no conhecimento de novos processos moleculares responsáveis pela geração de doenças, novos tratamentos com base em biotecnologia estão sendo desenvolvidos de forma “personalizada”, de acordo com a genética e o fenótipo (exclusivo) de cada pessoa. A medicina, até então experimental e com soluções de massa, está migrando para uma medicina baseada em evidências e na personalização do tratamento”.
Lima ressalta ainda que os investimentos na área tendem a crescer cada vez mais, visto que as mudanças no setor afeta radicalmente na vida das pessoas, dando mais poder a médicos e pacientes e desmistificando doenças que antes eram letais.
O mercado na área tem evoluído de forma rápida e por isso, os profissionais da área devem se adequar a esta realidade e terem facilidade de aprendizado, atuando em ambientes multiculturais, sabendo lidar com alto nível de exposição, visto que nosso país tem sido plataforma de aprendizagem para outros países. Vale reforçar também que a área proporciona grande aprendizado em várias áreas e o seu crescimento estimado é sempre superado, finaliza Marcelo.


Fonte: Mercado de biotecnologia aquecido | Portal Carreira & Sucesso

quarta-feira, 13 de agosto de 2014

SISUTEC - Cursos Gratuitos

Iniciou-se no dia 11/08/2014 o processo de inscrição das vagas remanescentes do PRONATEC para quem não fez o ENEM.

As inscrições vão até o dia 20/08/2014, isso vale para TODO O BRASIL.

Assim, se você tem interesse em fazer um curso técnico e não pode fazê-lo por não ter participado do ENEM esse é o momento.

Acesse o site do Sisutec (http://sisutecinscricaoonline.mec.gov.br/inscricao-online/pesquisar-vagas) e faça a sua inscrição, são cursos gratuitos em todo o Brasil.

Evento - Painel Água: Conservação e Reúso


























A Cultura Sustentável, a Veolia Water Technologies e a Virada Sustentável apresentam o 1º Painel Água: Conservação e Reuso, um encontro sobre gestão sustentável e tecnologias para os recursos hídricos.

O evento ocorre no dia 26 de agosto das 9h as 13h no Grande Auditório do Masp (Av. Paulista, São Paulo-SP).

Será uma pré-abertura da Virada Sustentável, o maior movimento de mobilização colaborativa para a sustentabilidade do Brasil, que este ano será do dia 28 a 31 de agosto, em São Paulo.

Temas abordados:

PAINEL 1 – CONSUMO CONSCIENTE DA ÁGUA

PAINEL 2 – TECNOLOGIAS APLICADAS AO CONSUMO RACIONAL DOS RECURSOS HÍDRICOS

Malu Ribeiro, coordenadora da Rede das Águas da SOS Mata Atlântica, está entre os palestrantes do evento.

Informações e inscrições no site: http://www.culturasx.com.br/painelaguaveolia.

SERVIÇO Painel Água: Conservação e Reúso
Data: 26 de agosto de 2014
Horário: 9h00 às 13h00
Local: MASP – Grande Auditório
Endereço: Avenida Paulista, 1578 – São Paulo

Participe!

Fonte: http://www.sosma.org.br/eventos/painel-agua-conservacao-e-reuso/#sthash.elPSV0wf.dpuf

Como se comportar em um Zoológico

A visita ao Zoológico é ótima atividade a ser planejada e realizada durante o curso de Zoologia. Se possível, realizar mais de uma saída durante o curso, para que os objetivos de uma única não sejam tão numerosos.
Outra opção é organizar os objetivos por grupos de alunos e, dessa maneira, uma ou duas idas serão suficientes. Posteriormente, os grupos trocam informações e comentam suas anotações na sala de aula.
A saída para o Zoológico, como todo estudo de meio, deve ser planejada e organizada para que não ocorram frustrações metodológicas e pedagógicas. Deve ser montado um roteiro, com questionamentos e atividades, de tal modo que a visita subsidie o curso.

 Para tanto, a visita pode ser feita antes, durante ou depois do curso de zoologia, pois representa inclusive um elemento de avaliação.
O zoológico é uma área destinada ao lazer e à educação do público, e para freqüentá-lo é importante observar algumas regras:

1. Inicialmente, não dê nem permita que dêem alimento aos animais, pois eles possuem uma planilha própria que visa seu bem-estar e fornecer condições de reprodução em cativeiro. Além disso, os alimentos consumidos pelos visitantes, como pipocas, amendoim, salgadinhos, doces, são todos condimentados, podendo causar distúrbios gastrointestinais nos animais.
2. Muitos dos animais expostos em um zôo são de hábitos noturnos e, por isso, durante o dia permanecem deitados, espreguiçando-se ou mesmo dormindo. Algumas pessoas, com o intuito de fazer com que os animais se movimentem, arremessam objetos neles, como pedras, latas, tijolos, etc. Tal comportamento é inaceitável, pois muitos animais em zôos têm sido mortos atingidos por objetos arremessados por visitantes ou morreram por terem ingerido objetos arremessados por visitantes. Portanto, nunca permita que arremessem objetos nos animais.

3. Em geral, nos zoológicos existem placas indicativas sobre as espécies mantidas e avisos de segurança. Nunca deixe de considerar seriamente um aviso de segurança, tal como: "estes animais mordem", "não ultrapasse", "proibido a utilização de flash", etc. Tais avisos têm o objetivo de evitar graves acidentes.
4. Finalmente, talvez a regra mais importante, nunca, mas nunca mesmo, ultrapasse as barreiras de proteção para se aproximar dos animais, da tela ou qualquer outro elemento que os separe do público. Animais aparentemente dóceis podem ser de alta periculosidade, podendo matar ou ferir seriamente um visitante, mesmo dentro de recintos fechados. Por exemplo, o chimpanzé, tido pelo público como um animal dócil, na verdade é um dos animais mais perigosos que podem existir em um zoológico.

Luiz Roberto Francisco, Biólogo,
Especialista em manejo de animais selvagens.
Curador de Répteis e Aves. Fundación Temaikèn - Argentina.

Fonte: Recebido por e-mail (sem identificação)

quarta-feira, 30 de julho de 2014

A resposta da população à crise da água em São Paulo


Artigo de Marcia Hirota*, originalmente publicado no Blog do Planeta


















As notícias sobre a crise de abastecimento de água em São Paulo não são boas: “Sem volume morto, Cantareira já estaria sem água”, “Mesmo com chuva no Cantareira, nível continua caindo” e “Cinco represas do Alto Tietê chegam ao menor nível dos últimos dez anos” são três exemplos das recentes manchetes sobre o tema. Enquanto escrevo essas linhas, os níveis dos reservatórios que abastecem a região metropolitana, segundo a Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo (Sabesp), estão em: Cantareira – 17,8%; Alto Tietê – 23,4%; Alto Cotia – 45,0% e Guarapiranga – 69,1%, sendo esperado que baixem ainda mais nos próximos dias, já que o agravamento tem sido cotidiano e não há previsão de chuvas nessas regiões. Em meio à crise – que revelou um fraco sistema de gestão de recursos hídricos – uma notícia positiva chama atenção: a adesão de grande parte da população à campanha para economia no consumo de água. Anunciada tardiamente pelo Governo do Estado, em março deste ano, a campanha foi uma medida de emergência em razão da seca. No mês de maio, 90% dos atendidos pelo sistema Cantareira reduziram o consumo. Desses, 48% atingiram a redução de 20% em relação a media mensal do ano passado, recebendo o bônus de 30% no valor da conta. Em junho, no entanto, houve uma queda no número de poupadores, que passou para 86%, de acordo com reportagem da Folha de S.Paulo. Mesmo assim, dos que pouparam, 54% atingiram a meta dos 20%, o que resultou num ligeiro aumento na economia de água. O motivo pela queda do número de poupadores ainda não foi identificado – se foi devido a Copa, as férias escolares ou ao fato das campanhas por economia de água terem sua visibilidade reduzida no último mês. De qualquer forma, diante do grave situação dos reservatórios e do clima, a questão é que os consumidores precisam continuar a poupar. A adesão da sociedade no chamado à economia de água demonstra que os cidadãos entenderam que a situação é grave, se engajaram e mudaram de comportamento para colaborar. Indica também que políticas públicas positivas, como a de incentivo a boas práticas por meio de bônus, devem ser implementadas de forma permanente, não apenas na crise. Das pessoas que não aderiram à campanha, muitos casos devem-se aos moradores de prédios e condomínios. Dois são os motivos principais. Em primeiro lugar o fato de que muitos prédios têm grandes reservatórios, caixas d’água e captações próprias em poços privados, o que gera uma falsa ideia de que a crise não os afetará, já que têm suas reservas para momentos críticos de desabastecimento. Em segundo lugar, o fato de que não há em grande escala mecanismos de medição individualizada, por apartamentos, o que precisa ser implantado rapidamente nos condomínios verticais. Alguns municípios, como São Paulo, Campinas, Rio de Janeiro, Belo Horizonte e no Distrito Federal, já contam com Leis que impõem a obrigatoriedade dos hidrômetros individuais em projetos de novos condomínios. Em edifícios antigos, a mudança ainda fica por conta do interesse dos moradores. A própria Sabesp tem, desde 2007, um programa que qualifica e certifica profissionais, empresas e equipamentos responsáveis por realizar a medição individual em condomínios – o Pro Acqua. No site do programa, ou no tel. 0800-77124820800-7712482, interessados podem solicitar informações sobre medição individualizada para o seu condomínio. Ações como essa são essenciais para minimizar os impactos da crise. Importante lembrar que a economia de energia também representa menor pressão às reservas de água, uma vez que nossa matriz energética é hídrica. E o fundamental: cidadãos, tendo suas reservas ou não, devem adotar de forma permanente, e em qualquer época, o uso sustentável da água em suas ações diárias e continuar cobrando dos governantes, nos municípios, no Estado e no Governo Federal, investimentos em saneamento e inclusão da água como uma questão prioritária e essencial. Agora, neste momento, é preciso economizar ainda mais, mesmo que isso possa significar abrir mão de alguns confortos momentâneos. Cada gota economizada, ou bem utilizada, em uma metrópole fará muita diferença. A crise hídrica que vivemos em São Paulo é alarmante, mas também é um alerta. Segundo a Organização das Nações Unidades (ONU), se não houver mudanças de hábitos no curto prazo, até 2030 quase metade da população mundial sofrerá com desabastecimento e os milhares que já não possuem acesso à água potável terão sua situação complicada. Então, se você ficou interessado em colaborar com a economia de água no dia a dia, confira algumas dicas: http://www.sosma.org.br/blog/5-ideias-para-economizar-agua-dia-dia/ *Marcia Hirota é diretora-executiva da Fundação SOS Mata Atlântica. - See more at: http://www.sosma.org.br/18463/resposta-da-populacao-crise-da-agua-em-sao-paulo/#sthash.fuW6OcOb.dpuf